<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913</id><updated>2012-01-30T07:42:39.543-04:00</updated><title type='text'>Ace of Spades</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-455345791052443465</id><published>2008-09-19T19:31:00.003-04:00</published><updated>2008-09-19T20:09:44.719-04:00</updated><title type='text'>METALLICA - Death Magnetic (2008)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/SNQ2lHUXRuI/AAAAAAAAAWI/lc-Np_TWQAM/s1600-h/metallica1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247879477040989922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 216px" height="250" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/SNQ2lHUXRuI/AAAAAAAAAWI/lc-Np_TWQAM/s320/metallica1.jpg" width="234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dizer que havia grande expectativa rondando o lançamento de “Death Magnetic” é de um eufemismo quase absoluto. Tantos eram os sinais de um retorno do Metallica ao som mais Thrash do início de sua carreira que mesmo o mais empedernido “die-hard” engoliu em seco a lembrança dos últimos trabalhos e se pôs a esperar com ansiedade pelo lançamento do disco. E, para a alegria de muitos, não foi propaganda enganosa: “Death Magnetic” é o álbum mais tipicamente Metallica desde o “black album” e, mesmo não sendo a oitava maravilha do mundo, consegue recolocar nos trilhos a carreira de um gigante que muitos consideravam extinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que o novo CD não pode ser seriamente comparado a obras seminais como “Master of Puppets” e “Ride the Lightning” – mesmo porque, sinceramente, quantos discos posteriores lançados por qualquer banda podem sobreviver a tal comparação? Os anos 80 não voltarão, e na verdade não creio ser isso o que o Metallica busca alcançar com esse disco. Eis, me parece, o mais difícil numa resenha de um disco como esse: tentar julgar o álbum pelo que ele é, e não pelo que se gostaria que ele fosse capaz de ser. Muito embora o próprio Metallica tenha meio que forçado um pouco essa comparação, adotando por exemplo alguns “cacoetes” na escolha da ordem das faixas no disco – a quarta música é a semi-balada que fica agressiva (como “One” e “Welcome Home”), a penúltima é um tema instrumental (à “Orion” ou “To Live is To Die”) e o encerramento é a música mais direta e veloz do disco (alguém gritou “Damage Inc.” ou “Dyers Eve”?). Nada que seja realmente prejudicial ou digno de crítica, apenas uma curiosidade que merece o registro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a “Death Magnetic”, então. A abertura com “That Was Just Your Life” é, no mínimo, impactante: depois de uma breve vinheta com sons de um coração batendo, temos uma introdução climática conduzida pelas guitarras que desemboca numa porrada como há muito não se ouvia vindo do Metallica. Uma letra inteligente, riffs poderosos um atrás do outro, refrão forte... De fato, uma música que grita, para quem quiser ouvir, que o Metallica Thrash Metal está de volta. Difícil conter a empolgação e não abrir um sorriso ouvindo essa bela pérola do Thrash Metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensação, diga-se, que se mantém durante a maioria das dez músicas do CD. São no geral músicas longas (quase todas ultrapassando os sete minutos de duração), recheadas de riffs que se engancham uns nos outros e vão construindo uma massa sonora que tem um grande potencial para agradar os que se sentiam órfãos da banda desde o início dos anos 90 ou ainda antes disso. Entre os destaques, “All Nightmare Long” (que lembra mais o “black album” e tem um refrão excelente), “The Judas Kiss” (com um dos melhores solos de Kirk Hammett em muitíssimo tempo, além de vários riffs memoráveis), a furiosa “My Apocalypse” e “Broken, Beat and Scarred”, talvez a mais marcante de todas devido a sua linha vocal altamente “cantável” e aos bons arranjos de guitarra. “The Day That Never Comes” é a música de trabalho, um tema que começa com muita melancolia e evolui para uma paulada rápida e raivosa – é uma canção que de início não surpreende tanto, mas que vai crescendo com repetidas audições. “Cyanide”, por sua vez, é a mais “moderna”, remetendo fácil aos tempos de “ReLoad” – mas tem outro belo refrão e não soa tão deslocada assim no meio das demais. Talvez só “Suicide &amp;amp; Redemption” (o tema instrumental) e “The Unforgiven III” estejam um pouco abaixo do nível das restantes – embora estejam longe de serem realmente ruins, de qualquer modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso seja tão necessária assim uma referência no passado do Metallica, eu diria que esse novo disco remete especialmente a “...And Justice For All”, pelas estruturas complexas e pelo clima denso da maioria das composições. Alguns elementos do passado recente estão presentes, como as melodias vocais de James Hetfield e a temática melancólica de muitas letras, mas nada que desvie muito a banda de seu reencontro com a sonoridade Thrash. Robert Trujillo, tão elogiado pelos colegas pela participação no álbum, deve ter ficado um pouco ausente do processo de mixagem – pois em alguns momentos o baixo é virtualmente inaudível, sumindo na camada sonora das guitarras. A bateria, ao contrário, está alta até demais – o que, ao contrário de favorecer, acaba quase jogando contra o velho Lars Ulrich. Embora o desempenho geral esteja muito longe de ser sofrível, o fato é que o baterista parece não ter a mesma força que tinha anos atrás – e isso se reflete na criatividade de seus arranjos, que muitas vezes apelam para a simplicidade quando a música parece “pedir” algo mais complexo ou inventivo. Os motivos podem ser inúmeros, e listá-los aqui seria pura especulação – mas o fato é que, enquanto James Hetfield e Kirk Hammett parecem ainda capazes de tocar com a intensidade que o Metallica exige, para Lars a tarefa parece bem mais penosa, infelizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um disco muito esperado, e portanto poderíamos falar dele até semana que vem, se fosse o caso. Seja como for, “Death Magnetic” é um disco forte, coeso, bem construído e de belas composições – e assim merece ser visto, ouvido e apreciado. Compará-lo com os clássicos da banda pode ser inevitável, mas não deve ser feito para diminuir esse álbum – mesmo porque não parece pretensão de “Death Magnetic” soar “velho” ou “saudosista”, de modo algum. É um trabalho que, muito mais do que tentar resgatar a sonoridade dos tempos mágicos que não voltam mais, tenta se inspirar nela para encontrar um caminho para o futuro. E, diga-se, cumpre esse objetivo bastante bem. &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;METALLICA - Death Magnetic&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;2008&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; Warner&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Rick Rubin e Metallica&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 10&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 74'41''&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; James Hetfield (V/G), Kirk Hammett (G), Rob Trujillo (B), Lars Ulrich (D).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-455345791052443465?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/455345791052443465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=455345791052443465&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/455345791052443465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/455345791052443465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2008/09/metallica-death-magnetic-2008.html' title='METALLICA - Death Magnetic (2008)'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/SNQ2lHUXRuI/AAAAAAAAAWI/lc-Np_TWQAM/s72-c/metallica1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-5758840114702626324</id><published>2008-03-06T11:28:00.002-04:00</published><updated>2008-03-06T11:04:45.658-04:00</updated><title type='text'>Relatos de um homem realizado</title><content type='html'>Sinceramente, quando eu e o brother of metal Natusch abrimos o &lt;strong&gt;Ace of Spades&lt;/strong&gt;, não imaginei que um dia estaria escrevendo uma resenha como esta, sobre este assunto. Felizmente este &lt;em&gt;blog &lt;/em&gt;existe, pois será mais uma das tantas recordações de meu ápice como fã de Heavy Metal. Ontem, durante o solo de &lt;em&gt;Powerslave&lt;/em&gt;, eu sabia que naquela noite de 5 de março de 2008 estava vivendo meu auge em termos musicais. Sabia que os meus assuntos com o mundo da música pesada estavam sendo definitivamente resolvidos. Não foi tão somente um show de metal o que ocorreu no aterro do Lago Guaíba. Foi um sonho realizado. Ou talvez mais: tudo foi tão impecável e perfeito que eu sinceramente sempre achei nestes 9 anos acompanhando o metal que nunca aconteceria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, as questões extra-show. Por volta de 15:30, duas horas e meia antes da abertura dos portões, meu amigo Chico me liga avisando que está na fila das cadeiras. Não esperava que ele fosse, decidiu ontem mesmo ao meio-dia que iria ao aterro. Companhia enlouquecida, bom-humor, amizade de 18 anos de convivência e lugar privilegiado na fila eram já o primeiro presente do dia. Eu e meu cunhado Roberto (mestre, 25 anos de metal) pegamos um excelente estacionamento, chegamos na fila e entramos 1 minuto depois. Pegamos a melhor vista possível para o show, o que me rendeu alguns vídeos sensacionais, apesar do som ter estourado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o show de Lauren Harris, filha do homi, tocando um rockzinho secos e molhados, temos uns 20 minutos de espera até, às 21:00 em ponto, começa um vídeo no telão e &lt;em&gt;Churchill' Speech&lt;/em&gt;, que antecede tradicionalmente &lt;em&gt;Aces High. &lt;/em&gt;Na minha opinião, a maior música do Iron Maiden e do Heavy Metal de todos os tempos estava sendo tocada à minha frente, por Bruce Dickinson, Steve Harris, Adrian Smith, Dave Murray, Janick Gers e Nicko McBrain. Coisas que só uma turnê como Somewhere Back in Time poderia me proporcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário da enorme pirâmide da capa de Powerslave seguia ao fundo, agora para &lt;em&gt;2 Minutes to Midnight&lt;/em&gt;, presença sempre garantida no set list, com a energia habitual. A seguir, &lt;em&gt;Revelations&lt;/em&gt; quebrou um pouco clima na medida certa, coisas que só uma grande "balada" poderia fazer. O cenário então é trocado. A cortina gigante traz agora Eddie lutando com a bandeira britânica. Sim, &lt;em&gt;The Trooper &lt;/em&gt;chegava explodindo seu riff inconfundível. Bruce surge então tremulando a bandeira da Grã-Bretanha e os 15 mil fãs vão ao delírio absoluto. Os versos foram cantados em uníssono. Um dos pontos altos da inesquecível noite, sem qualquer sombra de dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, alguém joga um celular no palco e Bruce "atende". Fala com o suposto pai da criatura, dizendo que não é perda de tempo estar lá no Gigantinho. A palavra "waste", usada pelo vocalista, puxa a grande &lt;em&gt;Wasted Years&lt;/em&gt;, cujo refrão deve ter-se ouvido a quilômetros da Padre Cacique. Adrian Smith, compositor desta obra-prima, deu uma verdadeira aula nesta e em todas as outras músicas da noite. Não verei outro guitarrista melhor ao vivo, e tenho bem ciência disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, antes do que de costume - mas seguindo o set list de toda turnê - as luzes se apagam e o público logo reconhece a narrativa que antecede um dos maiores momentos de loucura coletiva, &lt;em&gt;The Number of the Beast&lt;/em&gt;. Depois, &lt;em&gt;Can I Play With Madness&lt;/em&gt; é a primeira de Seventh Son of a Seventh Son a ser tocada. Ela antecedeu uma das mais impressionantes da noite, &lt;em&gt;Rime of the Ancient Mariner&lt;/em&gt;, que merece um parágrafo exclusivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruce entra com um manto negro. Ao fundo, a cortina exibe um navio abandonado. Após 5 minutos de música, vem a tradicional parada, onde o público deu show exibindo seus celulares e isqueiros. A impressão de quem estava lá era a de estar em um navio à deriva, perdido no oceano, numa noite escura e sombria. Curiosamente, este que foi um dos raros momentos de relativo silêncio do show acabou sendo um dos mais sensacionais. Depois, as guitarras e Bruce voltam. 13 minutos de glória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não lembro exatamente a ordem de execução, mas acredito que &lt;em&gt;Powerslave &lt;/em&gt;tenha sido a próxima. Outro momento áureo do show, o qual já descrevi no primeiro parágrafo. &lt;em&gt;Heaven Can Wait &lt;/em&gt;trouxe a tradicional participação dos &lt;em&gt;roadies &lt;/em&gt;da banda no vocal. Minutos depois, não eram os &lt;em&gt;roadies&lt;/em&gt; que perderiam a voz, mas sim os 15 mil fanáticos que testemunharam o que vos conto. É fácil explicar, bastam quatro palavras: &lt;em&gt;Run to the Hills&lt;/em&gt;. Desnecessário seguir adiante em qualquer explanação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, os acordes de &lt;em&gt;Fear of the Dark &lt;/em&gt;levam todos à loucura mais uma vez. É certo que a música fica deslocada em uma turnê cuja proposta é tocar canções da banda entra 1984 e 1988. Mas é sua popularidade que a garante num show em uma cidade que não via a banda há 16 anos (e quem viu garante que o show de 1992, na turnê do próprio &lt;em&gt;Fear of the Dark&lt;/em&gt;, foi bem fraco). Todos perguntavam quando Eddie entraria, e a resposta viria a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Iron Maiden&lt;/em&gt; levantou todos, e ali era certo que o mascote entraria. Os porto-alegrenses não têm do que se queixar: o que vimos foi a personificação do personagem da capa de &lt;em&gt;Somewhere in Time&lt;/em&gt;: futurista, com metralhadora e luzes piscando em seu rosto, gigantesco, Eddie entra, como sempre "em chamas". O auge da noite durou dois minutos, com o hino da banda, &lt;em&gt;Iron Maiden&lt;/em&gt;, sendo executado de fundo com maestria pelos seis outros integrantes da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bis era o esperado, que vem se repetindo na &lt;em&gt;Somewhere Back in Time World Tour&lt;/em&gt;. A enérgica &lt;em&gt;Moonchild&lt;/em&gt;, maravilhosa; &lt;em&gt;The Clairvoyant &lt;/em&gt;a seguir; as duas com o cenário de &lt;em&gt;The Prophecy &lt;/em&gt;ao fundo. E, fechando a conta, não poderia faltar a sensacional &lt;em&gt;Hallowed Be Thy Name&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desempenho dos integrantes correspondeu a todas as expectativas. Adrian Smith, Steve Harris e Bruce Dickinson foram impecáveis; Dave Murray segue solando como nos velhos tempos; Nicko McBrain, de chinelinho, era um dos mais carismáticos; e Janick Gers, como de costume, mais fez piruetas que tocou. Compreensível, de certo modo, já somente uma das 16 músicas foi composta em um período em que ele estava no Iron Maiden. Não há como encaixar três guitarristas de forma equivalente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defeitos? Talvez só o material promocional. Levei comigo uma boa quantia esperando comprar tudo o que fosse possível do Iron Maiden. O que vi foram apenas quatro ou cinco modelos de camisetas, e apenas duas com a data do show, cada uma a R$ 50. Levei ambas, e só. Nem as usarei, apenas as guardarei como uma lembrança mágica. Sobre o set list, se não tivesse sido tão sensacional, eu teria sentido falta de &lt;em&gt;The Evil that Men Do&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas seria muito espírito de porco reclamar disso. Numa noite em que vi o Iron Maiden tocando clássicos de sua melhor fase, com a formação clássica, nada disso importa. Isso sem falar em todos os trejeitos clássicos que todo grande show do Maiden deve ter: Bruce entrando com a bandeira britânica em &lt;em&gt;The Trooper&lt;/em&gt;; com um manto em &lt;em&gt;Rime of the Ancient Mariner&lt;/em&gt;; com a máscara de &lt;em&gt;Powerslave&lt;/em&gt;; um Eddie espetacular adentrando o palco, fazendo de todos os presentes parte do cenário de &lt;em&gt;Somewhere in Time. &lt;/em&gt;Que mais posso querer? Nada, é a resposta. Não espero mais nada do Heavy Metal, porque ontem ele me proporcionou tudo o que eu poderia querer e esperar dele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-5758840114702626324?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/5758840114702626324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=5758840114702626324&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/5758840114702626324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/5758840114702626324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2008/03/relatos-de-um-homem-realizado.html' title='Relatos de um homem realizado'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-5953577004389012738</id><published>2008-03-05T10:03:00.002-04:00</published><updated>2008-03-05T09:04:53.905-04:00</updated><title type='text'>É hoje o dia</title><content type='html'>Incrivelmente, assistirei o Iron Maiden ao vivo. Quando eles vieram a Porto Alegre pela primeira vez, em 1992, na turnê do &lt;em&gt;Fear of the Dark&lt;/em&gt;, eu tinha tenros 9 anos de idade. Nem sabia o que era Heavy Metal. Assisti ao &lt;em&gt;show &lt;/em&gt;no Rock in Rio, em 2001, e jurei que um dia os veria ao vivo. Quando em 2005 eles disseram que não fariam mais nenhuma grande turnê, imaginei estar derrotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 1º de novembro de 2007, meu amigo e companheiro de metal Felipe Levin me mandou um torpedo via celular dizendo só "Iron Maiden em Porto Alegre dia 5 de março!". Não acreditei num primeiro momento, só depois caiu a ficha. Meu maior sonho musical estaria sendo realizado: assistir a Steve Harris, Bruce Dickinson, Adrian Smith e companhia, juntos, ao vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E hoje eu estarei lá, enlouquecido, pronto para registrar em minha máquina digital e em minha memória o maior espetáculo de loucura da minha vida. O grande dia chegou. O ingresso saiu 300 reais. Para mim, podia ser mil reais. Economizaria, viveria de pão e água, mas veria o Iron Maiden ao vivo um dia. Ainda gastarei mais alguns dobrões com o material disponível no Gigantinho: camisetas, &lt;em&gt;tourbook&lt;/em&gt;, qualquer coisa. O Iron Maiden merece meu investimento. E acho que eu também mereço vê-los ao vivo: a devoção de quem é fã, ainda se arrepia com alguns riffs e refrãos depois de tanto tempo e continua devoto, mesmo que não tivesse esperança de vê-los ao vivo um dia, merecia ter um final feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-5953577004389012738?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/5953577004389012738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=5953577004389012738&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/5953577004389012738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/5953577004389012738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2008/03/hoje-o-dia.html' title='É hoje o dia'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-444256839161031551</id><published>2007-11-20T19:55:00.000-04:00</published><updated>2007-11-20T20:09:29.120-04:00</updated><title type='text'>PAUL DIANNO - Manara, Porto Alegre-RS (18/11/2007)</title><content type='html'>Sejamos honestos: ultimamente, reclamar de falta de shows em Porto Alegre não dá. Só nesse 2007, nós gaúchos tivemos a satisfação de assistir bandas como Testament, Cannibal Corpse, Hammerfall, Exodus... Isso sem contar o ápice, o evento único que nos espera dia 05 de março de 2008: Iron Maiden, uma das maiores bandas da história do Heavy Metal, se não mesmo a maior. E, faltando menos de quatro meses para O SHOW em questão, temos a chance de conferir ninguém menos que Paul Dianno, o homem que gravou a voz nos dois primeiros discos da Donzela, em sua terceira visita ao Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um atraso muito grande (causado, ao que parece, pela demora de chegada da equipe do Dianno), tivemos um breve show de abertura a cargo da banda Ghaya. O sexteto está conquistando aos poucos seu espaço na cena local, e fez um show eficiente, tocando algumas boas músicas próprias e um cover de “Painkiller”, do Judas Priest. Mais uma longa e desagradável espera, e eis que por volta das 23h30 finalmente a banda de apoio de Dianno sobe ao palco, mandando uma emocionante “The Ides Of March”. Na seqüência, “Wrathchild”, e surge finalmente ‘o homem’ – para delírio dos presentes, que cantaram a plenos pulmões esse hino imortal da música pesada. E logo depois, veio “Prowler” – ou seja, daí vira sacanagem. Simplesmente não há como não agitar feito um louco ouvindo essa que o cronista considera uma das mais perfeitas canções de toda a história do Heavy Metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fisicamente, somos forçados a dizer: Paul Dianno está meio, digamos, quebrado. Mancando muito devido a uma lesão no joelho, o homem agitou bem menos do que da vez anterior em Porto Alegre (2000) – além de que a sua voz também estava bastante enfraquecida, para ser honesto. Segundo o próprio, uma conseqüência da longa viagem de ônibus a partir de Londrina, que fez com que a equipe só chegasse em Porto Alegre pouco antes do show. No entanto, fica difícil engolir a explicação sem ressalvas, quando se vê o homem tomar água geladíssima no intervalo das músicas e, principalmente, fumar um cigarro durante a pausa para o bis. A viagem pode até ter piorado o quadro, mas está na cara que o homem não se ajuda muito... Resultado: frases cantadas fora de métrica, agudos solenemente ignorados e incontáveis pausas para deixar a galera cantar junto enquanto o vocalista tomava um ar. Se quiséssemos ser chatos quanto a esses detalhes de desempenho, a crítica do show poderia sair bastante negativa, no fim das contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a questão que se impõe é: isso importa? Afinal, o cara é uma lenda, estava de ótimo humor (o que ele fez de piadinhas durante o show não está no gibi), tinha uma banda bem competente por trás, e o repertório escolhido era simplesmente matador. Rolaram vários sons da banda Killers (tipo “Marshall Lockjaw”, “The Beast Arises” e uma versão pesada de “Faith Healer”, clássico de Alex Harvey), além de uma canção do Battlezone (“Children Of Madness”), todas composições de alto nível. Mas, como todos sabemos, o povo queria Iron Maiden, e Paul Dianno não se furta de dar aos fãs o que eles querem. Além das já citadas, tivemos pérolas como “Murders In the Rue Morgue”, “Running Free”, “Killers” (‘dedicada’ ao ‘maior terrorista filho da puta do planeta’, George Bush) e “Remember Tomorrow”, todas recebidas com previsível entusiasmo pelo bom público presente. “Phantom of the Opera” foi, na minha opinião, o ponto máximo – brilhantemente executada e com o público ensandecido, acabou sendo daquelas de lavar a alma. Coisa linda de se ver, acreditem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta do bis, outro ponto alto: “Transylvania”, ‘cantada’ a plenos pulmões pelo público, que acompanhou toda a linha melódica da primeira parte – como, aliás, já tinha ocorrido na citada “The Ides Of March” também. De volta ao palco, Paul pergunta se o pessoal quer ouvir “um pouco de Punk Rock”, comenta com o resto da banda que o público “vai odiar isso” e manda nada menos que “Blitzkrieg Bop” do Ramones, em versão levemente ‘metalizada’ e que acaba sendo muito bem recebida pela maior parte do público. Para fechar de vez, “Sanctuary”, tocada com empolgação e que encerrou da melhor maneira essa bela noite de Metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo: por mais que se critique Paul Dianno por viver na sombra do Maiden (o que, para mim, é um assunto que rende uma interminável discussão), e por mais que o cara sinta o peso dos excessos de sua vida e esteja meio fora de forma (em mais de um sentido), ele continua sendo uma figura incrivelmente carismática, e sem dúvida capaz de oferecer um show competente e sumamente divertido. E não é isso que se quer, no fim das contas, de qualquer show? Podem até dizer que o show do homem foi um mero “aperitivo” para O SHOW de março, no fundo até foi mesmo – mas, de qualquer modo, valeu muito a pena, sem sombra de dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SETLIST:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The Ides Of March&lt;br /&gt;Wrathchild&lt;br /&gt;Prowler&lt;br /&gt;Marshall Lockjaw&lt;br /&gt;Murders In the Rue Morgue&lt;br /&gt;The Beast Arises&lt;br /&gt;Children Of Madness&lt;br /&gt;Remeber Tomorrow&lt;br /&gt;Faith Healer&lt;br /&gt;A Song For You&lt;br /&gt;Killers&lt;br /&gt;Phantom Of the Opera&lt;br /&gt;Running Free&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;BIS:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Transylvania&lt;br /&gt;Blitzkrieg Bop&lt;br /&gt;Sanctuary&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-444256839161031551?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/444256839161031551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=444256839161031551&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/444256839161031551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/444256839161031551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/11/paul-dianno-manara-porto-alegre-rs.html' title='PAUL DIANNO - Manara, Porto Alegre-RS (18/11/2007)'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-288407135160281542</id><published>2007-11-07T01:00:00.000-04:00</published><updated>2008-12-13T01:23:25.169-04:00</updated><title type='text'>Warlord - Rising Out Of the Ashes (2002)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RzFGkkn1E8I/AAAAAAAAANY/TxI9089Lj_I/s1600-h/warlord_risingoutoftheashes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129959044671673282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RzFGkkn1E8I/AAAAAAAAANY/TxI9089Lj_I/s320/warlord_risingoutoftheashes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Inspirado por alguns comentários dentro do post sobre o ‘debut album’ do HammerFall (que pode ser encontrado pelos interessados um pouco mais abaixo), decidi dar um pouco de reconhecimento a uma das maiores inspirações de Joacim Cans e cia. – e, de quebra, uma das bandas mais legais e menos reconhecidas dos anos 80. O Warlord surgiu em 1981, em um lugar inóspito para uma banda de Metal (Hollywood, EUA), através do esforço de William J. Tsamis (G) e Mark Zonder (D). O grupo gravou em 1983 o histórico mini-LP “Deliver Us”, uma obra-prima do Power Metal épico. Em 1984, lançaria um single (“Aliens / Lost And Lonely Days”) e um ‘falso ao vivo’ chamado “And the Cannons Of Destruction Have Begun”, todos trabalhos de alto nível. No entanto, a falta de reconhecimento (Estados Unidos, né) e as constantes mudanças de formação acabaram desanimando Tsamis e Zonder, levando ao fim do grupo. Mark Zonder entrou no Fates Warning, enquanto William Tsamis virou estudante e posteriormente professor universitário na área da filosofia. Chegou a montar uma outra banda (chamada Lordian Guard e que divide opiniões) e lançar dois CDs com ela (CDs que saíram aqui no Brasil via Hellion Recs.), mas já num esquema bem menos pretensioso. Então veio o cover de “Child Of the Damned”, depois a participação de Tsamis na estupenda “At the End Of the Rainbow”, e é claro que William sentiu vontade de gravar algo novo. O resultado, meus amigos, é o “Rising Out of the Ashes” que resenharemos daqui por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;William J. Tsamis assumiu todas as partes de guitarra e baixo, Mark Zonder voltou para a bateria, mas faltava ao menos mais uma pessoa para os vocais. A solução? Chamar ninguém menos que Joacim Cans, que tão bem tinha feito o serviço no HammerFall. Obviamente, o homem topou (quem não toparia gravar um disco com uma de suas bandas favoritas?), e desta conjunção de grandes nomes saiu esse ótimo CD. Das nove músicas, algumas são regravações de temas do Lordian Guard e/ou do próprio Warlord, enquanto as demais são totalmente inéditas – e momentos legais não faltam no repertório do disco. De cara, a poderosa “Battle Of the Living Dead” revela para quem não conhece o que é o som do Warlord: clima épico, muitas melodias de guitarra, bateria trampada para diabo e uma linha vocal simples e marcante, desaguando em um refrão fácil de cantar. Um primor, acreditem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As três peças da banda funcionam perfeitamente em suas funções. Mark Zonder é um baterista completo, e ainda por cima criativo: suas levadas são de alta variação, e o homem consegue achar soluções surpreendentes em vários momentos do CD. William J. Tsamis, além de ser o compositor exclusivo de quase todas as (ótimas) músicas e (muito interessantes) letras, é um guitarrista bastante qualificado, com um estilo muito pessoal – nada de solinhos rapidinhos, aqui é riff em cima de riff e muitas, mas muitas melodias mesmo. Joacim Cans, bem, é aquilo que a gente sabe: um cantor de timbre personalíssimo, que sabe muito bem como conduzir uma música épica com força e emoção. As partes de teclado são discretas e bem incluídas, e de tudo isso sai uma sonoridade que agrada facilmente quem gosta de Heavy Metal de alto nível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às músicas, o nível é bem alto, então dificulta na hora de dar destaques. Além da citada “Battle Of the Living Dead”, temos a sensacional “Winds Of Thor” (ouvir o coro no final e não cantar junto é passar um atestado de ‘não-sou-um-verdadeiro-fã-de-Metal), o riff demolidor de “Enemy Mind”, a linda balada “My Name Is Man” (sério mesmo, o negócio é do mais alto nível) e o clima grandioso de “Achilles Revenge”. A regravação de “Lucifer’s Hammer” (tema clássico da banda, gravado pela primeira vez ainda em 1983), na minha opinião, não deu tão certo assim: a versão original é mais grandiosa e bombástica. Mas ainda assim é uma música sensacional, e quem não conhece vai curtir, com certeza. A maioria das músicas tem andamentos menos velozes do que o comumente associado a bandas do tipo, mas mesmo isso é positivo, pois permite que o Warlord fuja de alguns dos clichês do gênero – boa parte deles, de qualquer modo, inventados por eles mesmos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: um CD bem interessante, que tende a agradar consideravelmente não só aos fãs de carteirinha do HammerFall, mas também aos apreciadores de Heavy Metal épico tocado com energia e conhecimento de causa. Depois disso, o Warlord voltou ao recolhimento, com Mark Zonder reassumindo as baquetas no Fates Warning, Joacim Cans retomando a posição de frente no HammerFall e William J. Tsamis retornando aos livros e ensaios sobre filosofia. Menos mal, de qualquer modo, que a união dos nomes em questão rendeu um CD dos mais respeitáveis – e quem sabe, um dia desses, os três não resolvem se unir uma vez mais, gravando quem sabe algo tão agradável quanto esse “Rising Out Of The Ashes”. Eu, do lado de cá, fico torcendo. &lt;strong&gt;Nota 8,0&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Warlord – Rising Out Of the Ashes&lt;br /&gt;Lançamento:&lt;/strong&gt; 2002&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; Rock Brigade / Laser Company&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 09&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo:&lt;/strong&gt; 50’39’’&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; Joacim Cans (v), William J. Tsamis (g / b / k), Mark Zonder (d).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-288407135160281542?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/288407135160281542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=288407135160281542&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/288407135160281542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/288407135160281542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/11/warlord-rising-out-of-ashes-2002.html' title='Warlord - Rising Out Of the Ashes (2002)'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RzFGkkn1E8I/AAAAAAAAANY/TxI9089Lj_I/s72-c/warlord_risingoutoftheashes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-4223796515867347218</id><published>2007-11-01T16:08:00.000-04:00</published><updated>2007-11-01T16:13:44.239-04:00</updated><title type='text'>Porto Alegre, 5 de março de 2008: faltam 125 dias</title><content type='html'>Leiam &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.ironmaiden.com/index.php?categoryid=8&amp;amp;p2_articleid=682"&gt;isto.&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, se eu ainda estiver vivo, belisquem-me para me provar que não é delírio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Up the Irons!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-4223796515867347218?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/4223796515867347218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=4223796515867347218&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/4223796515867347218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/4223796515867347218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/11/porto-alegre-5-de-maro-de-2008-faltam.html' title='Porto Alegre, 5 de março de 2008: faltam 125 dias'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-1177528294488089684</id><published>2007-09-23T22:51:00.000-04:00</published><updated>2008-12-13T01:23:25.646-04:00</updated><title type='text'>HELLOWEEN - Gambling With the Devil</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RvcnU_DnNjI/AAAAAAAAAIs/8lPZKTMjM0I/s1600-h/Helloween-Gambling-With-The-414783.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113599143379940914" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 237px; CURSOR: hand; HEIGHT: 229px" height="227" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RvcnU_DnNjI/AAAAAAAAAIs/8lPZKTMjM0I/s320/Helloween-Gambling-With-The-414783.jpg" width="254" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não é de agora que os alemães do Helloween andavam dando motivos de preocupação para os seus fãs. Em uma análise rigorosa, pode-se dizer que desde “Better Than Raw” (1998) o grupo vinha dando algumas escorregadas – que, felizmente, eram amplamente suplantadas pelos acertos no disco em questão. No entanto, a espiral da abóbora passou a ser descendente, e acabamos presenteados com álbuns ora confusos (“The Dark Ride”), ora quase inúteis (como o disco de covers “Metal Jukebox”), quando não carentes mesmo de inspiração (“Rabbit Don’t Come Easy” ). Por fim, veio a mui infeliz idéia de gravar um CD duplo e chamá-lo “Keeper of the Seven Keys – The Legacy”. Além de gerar imediatamente uma comparação severa com os dois maiores clássicos do Helloween, deixou ainda mais escancarada a falta de regularidade das composições em um disco apenas mediano. Depois de tudo isso, não surpreende que “Gambling with the Devil” seja recebido com considerável desconfiança por imprensa e público. E não é que o disco é uma pedrada, um trabalho de alto nível que chega a lembrar até os já um tanto velhos tempos de “Master of the Rings” e “Time of the Oath”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a intro “Crack the Riddle” (que conta com a ilustre participação de Biff Byford, do Saxon, e lembra o início de “The Dark Ride”, a música), temos “Kill It”, uma faixa absolutamente demolidora. Andi Deris dá um show em diferentes entonações de voz, Dani Löble destruindo tudo na bateria e um clima que lembra “Push” do “Better than Raw”, mas em uma música que consegue ser bem mais efetiva e empolgante. É uma faixa surpreendente, que cria uma alta expectativa para o que virá a seguir. E a seguir vem “The Saints”, que deve ser uma composição de Michael Weikath, a julgar pelas características: bumbo duplo no talo, melodias aos montes e uma linha vocal marcante e grandiosa. Lembra “The Tune” (para mim, a melhor canção de “Rabbit Don’t Come Easy”) e tem uma seção instrumental inspiradíssima, com duelos de guitarras empolgantes de Weikath e do já não tão novato Sascha Gerstner. Um ótimo começo, acreditem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As Long As I Fall” é o primeiro single, e essa com certeza é música de Andi Deris – um ar hard rock conduz a música, que tem um refrão marcante e mais uma ótima seção instrumental. Aqui já fica claro qual é a do novo Helloween: fazer basicamente o mesmo que tem feito nos últimos anos, mas com uma qualidade muito superior ao que seu passado recente poderia dar a supor. Já “Paint A New World” é pesadíssima, com um timbre de guitarras saturado ao extremo e mais um grande desempenho de Deris. Parece que ele resolveu calar a boca da oposição de vez, e durante todo o disco sua convicção e versatilidade impressionam qualquer um que ouça sem idéias pré-concebidas. E na seqüência, “Final Fortune”, uma pérola. Dizem que é uma composição de Markus Grosskopf, que nunca foi muito de escrever músicas para a banda, e se for mesmo eu bato palmas de pé para o homem – afinal, que música foda! Tudo nela é inspirado, bem construído e executado, um show de musicalidade e bom gosto. No momento, é minha música favorita, e vou agitar como um louco se tocarem esse petardo ao vivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The Bells of the Seven Hells” é uma música menos impactante, mas conta com um refrão simples e grudento, além de mais uma vez escancarar a qualidade de Dani Löble na bateria. O cara é um cavalo, capaz de arranjos criativos e variados mesmo nas partes mais velozes e complicadas, e acaba sendo um dos destaques do CD. Emendada com os sinos dos sete infernos, vem “Fallen to Pieces”, uma semi-balada até interessante, que consegue superar o refrão chatinho (o mais fraco do CD, com certeza) com arranjos dinâmicos e mais um grande desempenho da cozinha – e eu digo desde sempre que Markus é um dos melhores baixistas que o Heavy Metal conhece, mas não reconhece. Uma seção instrumental bem pesada é inserida no meio, e acaba dando um pouco mais vibração para a música. Mais uma emenda entre faixas, e “I.M.E.” surge, com mais um trabalho excepcional de guitarras a serviço de uma composição forte e marcante. Fugindo dos clichês estruturais do Metal melódico, temos riffs quebrados, bateria variada e um andamento não muito veloz, mas que conduz a música com perfeição. Essa deve ser daquelas que crescem no ouvinte à medida que vamos nos acostumando com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Can Do It” é quase pop, mas mesmo assim é sensacional. Como parâmetro mais próximo de comparação, me ocorre “Living Ain’t No Crime”, obscuro lado B que aparece apenas em coletâneas da banda. Ambas são grudentas, com linhas vocais que são inteiras um grande refrão (se é que me faço entender) e que são realçadas pelo peso do instrumental e pela inventividade dos solos de guitarra. Soa despretensioso, contagiante e sumamente divertido. “Dreambound” começa climática e evolui para mais uma canção de andamento veloz e grandes melodias vocais. Não chega a ser um som memorável, mas mantém alto o nível de um disco já muito bem cotado. Por fim, “Heaven Tells No Lies”, uma música de bons arranjos (em especial na entrada da seção instrumental, de fato inspiradíssima) e com uma energia bastante positiva, ao contrário da maioria dos últimos encerramentos de disco do Helloween, que eram mais “down”. Um bom encerramento para um trabalho de alto nível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo geral, o que surpreende positivamente no Helloween 2007 é a volta da empolgação. Era inevitável ouvir os últimos discos e ficar com um sentimento esquisito, como se as músicas fossem escritas por obrigação e o disco fosse apenas o cumprimento de um dever contratual. Aqui, definitivamente, não é o caso – e temos diante de nós uma banda determinada a ser relevante, a escrever boas músicas, a acrescentar algo nesses tempos tão confusos para o Heavy Metal e para a música em geral. “Gambling with the Devil” é um CD forte, vindo de uma banda que demonstra querer superar todas as dificuldades do passado recente e que ainda pode oferecer muito aos fãs de Metal. Altamente recomendável. &lt;strong&gt;Nota 8,1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Helloween – Gambling with the Devil&lt;br /&gt;Lançamento:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Charlie Bauerfeind&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; Nuclear Blast&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 12&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo:&lt;/strong&gt; 57’ 33’’&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; Andi Deris (v), Michael Weikath (g), Sascha Gerstner (g), Markus Grosskopf (b), Dani Löble (d).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-1177528294488089684?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/1177528294488089684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=1177528294488089684&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1177528294488089684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1177528294488089684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/09/helloween-gambling-with-devil.html' title='HELLOWEEN - Gambling With the Devil'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RvcnU_DnNjI/AAAAAAAAAIs/8lPZKTMjM0I/s72-c/Helloween-Gambling-With-The-414783.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-1766885743250805413</id><published>2007-08-31T09:10:00.000-04:00</published><updated>2007-08-31T09:39:28.069-04:00</updated><title type='text'>Hammerfall - Glory to the Brave</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.metal-rules.com/zine/images/stories/interviews/hammerfall/hf-gttb.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.metal-rules.com/zine/images/stories/interviews/hammerfall/hf-gttb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Rá! Gurizada, o Hammerfall vem a Porto Alegre no dia 1º de outubro. Aqui resenharemos neste período os seis álbuns lançados por esta banda sueca de true metal, para que todos vão se familizarizando, se é que ainda precisa. We are the templares of steel!&lt;/em&gt; &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A aventura do Hammerfall começou há 10 anos, em 1997, com o lançamento deste belo álbum. Aqui, temos uma banda ainda voltada para o Metal Melódico, que dominava a cena da época com Stratovarius, Gamma Ray, a volta do Helloween, entre outros. Também isso pode se dever ao fato de a formação do Hammerfall ser bem diferente da que é hoje, ou de 2002 para cá, quando a banda passou a tocar um metal mais puxado para o tradicional que para o power metal do final dos anos 90.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apesar de nunca ter largado o melódico completamente, o Hammerfall se destaca mais com as composições mais cadenciadas. Por isso, &lt;em&gt;The Metal Age &lt;/em&gt;é, sem dúvida, a melhor e mais arrepiante música de &lt;em&gt;Glory of the Brave&lt;/em&gt;. Música criativa e completa. Também se destaca bastante &lt;em&gt;Steel Meets Steel&lt;/em&gt;, mistura de true com power metal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As outras composições são mais velozes. A faixa de abertura, &lt;em&gt;The Dragon Lies Bleeding&lt;/em&gt;, é a melhor delas. &lt;em&gt;Hammerfall&lt;/em&gt;, espécie de hino da banda, também é sensacional, e deve ser ao vivo, por isso a esperamos com ansiedade em Porto Alegre, com um refrão ótimo. &lt;em&gt;Unchained &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Stone Cold &lt;/em&gt;também são boas, mas alguns degraus abaixo em termos de qualidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para variar, o ponto fraco do disco são as baldinhas melosas, que desta vez atendem pelos nomes de &lt;em&gt;I Believe &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Glory of the Brave&lt;/em&gt;. Também temos duas músicas não-próprias. &lt;em&gt;Child of the Damned&lt;/em&gt;, ótima, de Bill Tsamis; e &lt;em&gt;Ravenlord&lt;/em&gt;, que na edição que possuo vem como bônus, de autoria de &lt;em&gt;Malmsteen&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trata-se de um bom disco de abertura de carreira do Hammerfall, com alguns clássicos importantes e muita energia, fator decisivo para um metal bem feito. Talvez não seja o mais indicado para começar uma iniciação ao Hammerfall, mas vale a pena adquiri-lo. &lt;strong&gt;Nota 7,6&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Hammerfall - Glory to the Brave&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;1997&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Fredrik Nördström e Hammerfall&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;Nuclear Blast&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;10&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;48'37"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;Joacim Cans (V), Oscar Dronjak (G), Glenn Ljungström (G), Fredrik Larsson (B) e Jesper Strömblad (D)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-1766885743250805413?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/1766885743250805413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=1766885743250805413&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1766885743250805413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1766885743250805413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/08/hammerfall-glory-to-brave.html' title='Hammerfall - Glory to the Brave'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-3080218715264729044</id><published>2007-08-07T22:24:00.000-04:00</published><updated>2007-08-07T22:48:09.057-04:00</updated><title type='text'>Bruce Dickinson - Accident of Birth</title><content type='html'>&lt;a href="http://funkysouls.com/img/BruceDickinsonAccidentOfBirth.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://funkysouls.com/img/BruceDickinsonAccidentOfBirth.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Em homenagem ao honorável Bruce Dickinson, aniversariante do dia (fonte: Leo Ponso).&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até hoje é difícil encontrar uma palavra para descrever essa verdadeira obra-prima do Heavy Metal dos anos 90. Às vezes, penso que "alívio" seria o vocábulo mais adequado. Pois tento me colocar no lugar daqueles fãs do Iron Maiden dos anos 80, que viveram o auge da Donzela e entraram nos 90's adentro com uma troca de vocalista, nunca tendo em Blaze Bailey um substituto à altura de Bruce Dickinson, nem em Janick Gers grande parte da genialidade de Adrian Smith. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois aqui, em 1997, 10 anos atrás, ambos se juntaram e fizeram história. Depois de Bruce ter lançado 3 álbuns distintos, ainda sem encontrar sua cara em carreira-solo, &lt;em&gt;Accident of Birth &lt;/em&gt;representa a ele, Adrian e aos fãs do Maiden uma espécie de renascimento destes monstros para o metal mais puro e tradicional, que culminaria com a volta de ambos à banda que os tornou famosos, em fins de 1999. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo assim, é errôneo pensarmos que estamos diante de um disco que tem o selo do Iron Maiden. Nesta época, inclusive, Bruce seguia brigado com Harris, e o mascote Edison, na capa deste disco aqui resenhado é uma espécie de tapa-de-luva no Eddie, mascote do Iron Maiden. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Accident of Birth &lt;/em&gt;é sensacional por mostrar um Bruce que prima por um metal tradicional com toques de modernidade, como guitarras afinadas em tons mais baixos e vocais ainda mais agressivos que em seus tempos de Donzela. Como 11 das 13 composições são em parceria com o produtor Roy Z (também guitarrista da banda solo de Dickinson), a álbum destoa um tanto dos bons tempos de Maiden, ao menos na sonoridade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo as duas músicas compostas com Adrian, apesar de remeterem ao que o Iron já fez de melhor (em especial &lt;em&gt;Road to Hell&lt;/em&gt;), têm uma personalidade bem distinta de músicas escritas por ambos na época em que tocavam com Harris e companhia - lembremos de &lt;em&gt;2 Minutes to Midnight &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Flight of Icarus&lt;/em&gt;, só para lembrarmos duas das mais clássicas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, temos um álbum que alia velocidade (&lt;em&gt;Freak&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Road to Hell,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;The&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Magician&lt;/em&gt;), cadência (&lt;em&gt;Starchildren&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Accident of Birth&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;The Ghost of Cain&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Welcome to the Pit&lt;/em&gt;) e melancolia (&lt;em&gt;Taking the Queen, Omega, Arc of Space&lt;/em&gt;) em doses extremamente competentes. Isso sem falar na obra-prima-mor, &lt;em&gt;Darkside of Aquarius&lt;/em&gt;, música que reúne todas estas qualidades em 6 minutos e 42 segundos de pura inspiração. Só esta já vale o disco, mas todas (exceto &lt;em&gt;Man Sorrows&lt;/em&gt;, baladinha um tanto modorrenta) são realmente maravilhosas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Àqueles que desejam se iniciar na carreira-solo de Bruce, indico este álbum e o não menos sensacional &lt;em&gt;The Chemical Wedding &lt;/em&gt;para começarem a aventura. A resenha deste outro ficará a cargo do nosso outro colunista, Igor Natusch, que certamente, neste momento em Gramado, deve estar com seu Discman ouvindo um destes dois sensacionais álbuns de Heavy Metal. &lt;strong&gt;Nota 8,7&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Bruce Dickinson - Accident of Birth&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;1997&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Roy Z&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;Abril Music&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;13&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;57'53"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;Bruce Dickinson (V), Adrian Smith (G), Roy Z (G), Eddie Casillas (B) e David Ingraham (D)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-3080218715264729044?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/3080218715264729044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=3080218715264729044&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/3080218715264729044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/3080218715264729044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/08/bruce-dickinson-accident-of-birth.html' title='Bruce Dickinson - Accident of Birth'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-1809219627031748513</id><published>2007-07-13T22:01:00.001-04:00</published><updated>2007-07-13T22:27:20.189-04:00</updated><title type='text'>Metallica - ...And Justice For All</title><content type='html'>&lt;a href="http://images.amazon.com/images/P/B000002H6C.01._SCLZZZZZZZ_.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://images.amazon.com/images/P/B000002H6C.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Aproveito a ocasião do Dia Mundial do Rock para falar de um disco clássico da vertente que é tratada aqui no &lt;em&gt;Ace of Spades&lt;/em&gt;, nosso amado Heavy Metal. Trata-se de um disco com uma das capas mais bonitas que já vi: o clássico do Metallica &lt;em&gt;...And Justice For All&lt;/em&gt;, de 1988.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trata-se de um álbum controverso e polêmico. Primeiro, porque é a estréia oficial de Jason Newsted no baixo, em substituição ao lendário Cliff Burton. Sim, Newsted estreiou no &lt;em&gt;Garage Days &lt;/em&gt;de 1987, mas &lt;em&gt;Justice &lt;/em&gt;foi o primeiro álbum de inéditas, em que ele mostrou sua performance como compositor de linhas de baixo. Ou será que não?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Faço esta pergunta porque, em nenhum momento de nenhuma das 9 músicas é possível ouvir o baixo. Erro imperdoável de produção, talvez a gota d'água que tenha feito o Metallica se separar de Flemming Rasmussen, produtor dos três discos anteriores da banda e deste aqui. Para mim, que sou baixista nas horas vagas, é como se fosse uma comida sem cozinhá-la. A batida da bateria fica seca, as guitarras perdem um pouco do brilho. Uma pena.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Outro fato que causa polêmica é a longa duração das composições. O disco tem 65 minutos e 9 músicas, média de 7 minutos e meio por faixa. Das 9 músicas, só duas têm menos de 6 minutos. Mesmo assim, não vejo isso como um problema, pelo contrário. Várias das melhroes canções metálicas são longas. O problema é o exagero tecnicista. O Metallica anterior a &lt;em&gt;...And Justice For All &lt;/em&gt;estava ficando progressivamente mais técnico: pancadaria geral em &lt;em&gt;Kill'em All&lt;/em&gt;, início de composições cadenciadas em &lt;em&gt;Ride the Lightning, &lt;/em&gt;e o auge da sincronia perfeita entre peso e técnica em &lt;em&gt;Master of Puppets&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Justice &lt;/em&gt;passa um pouco do ponto em termos técnicos, com solos às vezes muito longos e cansativos, riffs complexos (o que não é de modo algum ruim), letras trabalhadas e de alto nível de consciência. Como a má qualidade da gravação não acompanhou a evolução técnica da banda, o trabalho final acabou ficando um tanto comprometido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mesmo assim, a razão de &lt;em&gt;...And Justice For All &lt;/em&gt;estar aqui nesta data tão signficativa é qualidade particular de algumas composições. &lt;em&gt;Blackened&lt;/em&gt;, com tema ecológico, tem um ótimo refrão, aliando peso e velocidade. De cara, se percebe mais uma vez a evolução de James Hetfield, que aqui quase atinge seu nível final de qualidade, comprovado no posterior &lt;em&gt;Black Album &lt;/em&gt;(1991). A faixa-título tem também grandes momentos, apesar de exagerar um tanto na técnica, o que a torna um tanto longa (09:44).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A melhor de todas, e, na minha opinião, melhor da carreira do Metallica, é &lt;em&gt;One&lt;/em&gt;. Começa como uma balada, termina poderosíssima, com ótimo refrão, tema depressivo, com o peso entrando aos poucos, refrão forte, solos fantásticos e aquela parada sensacional e assustadora que qualquer fã do Metallica até hoje se arrepia. Música perfeita, onde se esquece qualquer "baboseira", como erros de produção. Vale o disco, sem dúvida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há outras muito interessantes, como &lt;em&gt;Eye of the Beholder &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Harvester of Sorrow&lt;/em&gt;, e a instrumental &lt;em&gt;To Live Is to Die&lt;/em&gt;, composta a partir de linhas de baixo compostas por Cliff Burton. As outras 3 músicas são fracas e não acompanham a qualidade das demais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Portanto, é um disco que vale à pena ter na coleção. Por ser um grande clássico do Thrash Metal, um marco da carreira do Metallica, que popularizou a banda, que tem o primeiro vídeo-clipe (&lt;em&gt;One&lt;/em&gt;), uma capa lindíssima e a melhor música da carreira destes norte-americanos. Não é de fácil audição, eu mesmo demorei a gostar. Não é daqueles que não sai do Play, mas sempre de vez em quando nos chama a dar uma escutadita. &lt;strong&gt;Nota 7,0&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Metallica - ...And Justice For All&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;1988&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Metallica e Flemming Rasmussen&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;Elektra&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;09&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;65'32"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;James Hetfield (V, G), Kirk Hammett (G), Jason Newsted (B) e Lars Ulrich (D)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-1809219627031748513?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/1809219627031748513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=1809219627031748513&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1809219627031748513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1809219627031748513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/07/metallica-and-justice-for-all.html' title='Metallica - ...And Justice For All'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-868129606989031774</id><published>2007-07-08T23:27:00.000-04:00</published><updated>2008-12-13T01:23:25.865-04:00</updated><title type='text'>BRUCE DICKINSON - Balls To Picasso</title><content type='html'>Pois então. De início, o post anterior - referente ao "Tattooed Millionaire" - seria filho único. Mas me deu vontade de dar uma geral em todos os trabalhos solo do homem, e agora é tarde demais. Vou postando, na medida do possível, minhas impressões sobre cada um deles, e tentando achar algum tipo de sentido nessa carreira solo deveras incomum e inconstante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bueno, "Balls to Picasso", então. Depois de fazer um disco solo leve, despretensioso e até certo ponto simpático, Bruce voltou ao mundo real, e se viu às voltas com "No Prayer For the Dying" - para mim, um dos menos relevantes discos do Iron Maiden e o mais fraco de todos com Dickinson cantando - e com a crise interna na Donzela, que culmina com a saída de Adrian Smith e a entrada de Janick Gers, que havia (vejam só) gravado o disco solo do próprio vocalista. "Fear of the Dark", não obstante ser um disco (um pouco) melhor que o antecessor, acentuou as rusgas, e somando isso com a vontade crescente de sair da sombra de Steve Harris e cia. acabou dando no que poderia dar: saída de Bruce Dickinson do Iron Maiden, com direito a uma tour pós-anúncio desastrosa, com um vocalista de má vontade e cantando menos que nada. Quem ouviu algum pirata da tour de 1993 sabe do que estou falando. Enfim, esse "Balls to Picasso" surge em meio a esse turbilhão, simbolizando não só a independência do cantor como a necessidade de explorar novas sonoridades e distanciar-se o mais possível da sombra do Iron Maiden. Coisas que são mais do que audíveis nas dez músicas do CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RpHEfCBnheI/AAAAAAAAAGs/jqKVbBJ3YTk/s1600-h/14767.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5085061491676644834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="228" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RpHEfCBnheI/AAAAAAAAAGs/jqKVbBJ3YTk/s320/14767.jpg" width="224" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entre outras coisas, o álbum é a primeira contribuição de Bruce com a banda Tribe of Gypsies e, especialmente, com Roy Z, que logo se tornaria o braço-direito na maioria dos projetos do vocalista. Supostamente, um tal Shay Babe produziu o CD, mas não precisa ser gênio para deduzir que foi o próprio Roy Z quem apertou os botões, escondendo-se depois atrás desse pseudônimo meio ridículo. Alguns diriam que é melhor que se esconda mesmo e não assuma ter produzido um disco como esse; na verdade, vai saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco começa com "Cyclops", um épico de quase oito minutos sobre o fascínio que as câmeras exercem sobre algumas pessoas. Apesar de longa, nada nessa música remete aos clássicos da (à época) antiga banda de Bruce: trata-se de um hard rock bastante climático, com bons arranjos de guitarra e várias intervenções quase operísticas da voz de Bruce. Bom começo, que introduz "Hell No" - uma letra que remete diretamente aos problemas ocorridos nos últimos anos de carreira do homem. Infelizmente, a mescla de estilos distintos (indie rock, levadas cheias de 'groove' e refrão com extensões vocais típicas do Metal) acaba não funcionando muito bem, e o resultado final é apenas razoável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a dissonância das duas primeiras faixas se reflete no resto do disco - que, se não é a oitava maravilha do mundo, longe está igualmente de ser o lixo que muitos dizem que é. "Gods of War" é outra música confusa, que apesar de começar promissora (com boas idéias vocais e um riff muito pesado) acaba se perdendo no meio de firulas alternativas, sem conseguir ser nem uma coisa nem outra. Já "1000 Points of Light", embora bem experimental, me agrada bastante: Roy Z tira sons interessantes de sua guitarra, e Bruce se vira muito bem em uma linha vocal nada usual, embelezada por um refrão maravilhoso. A cozinha dá o molho necessário, e acabamos tendo uma música talvez esquisita, mas sem dúvida envolvente e admiravelmente construída. Ponto para Bruce, nessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Laughing In the Hiding Bush" mantém o nível alto, com o melhor riff do disco e outra participação inspirada de Bruce, cantando com um misto de raiva e ironia realmente surpreendente. Para muitos, é o ponto máximo do CD, e não é difícil compreender o que gera esse tipo de opinião: de fato, o som é uma pedrada. O mesmo não pode ser dito das duas próximas faixas: "Change of Heart" é uma balada boba e entediante, e "Shoot All the Clowns" é quase chocante em sua tentativa maluca de juntar a voz potente de Dickinson com passagens funk, melodias pop e declamações que resvalam no hip hop (!). Tem uns licks de guitarra legais no fade-out final, mas nada que dê vontade de apertar o 'repeat' no CD Player. Deve haver quem ame essa música, mas eu pessoalmente a detestei desde quando a ouvi a primeira vez, e a opinião segue inalterada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fire" tem um trabalho de guitarras que lembra os anos 70, e um espírito rock 'n' roll que, se presente em outros momentos menos nobres do disco, poderia ter sido o diferencial do mesmo. Não é uma música brilhante, mas é honesta e transborda atitude, o que conta pontos quando você está tentando entender para onde diabos está sendo levado com tanta mudança de estilos dentro do álbum. Já "Sacred Cowboys" é um caso à parte. Começa com gritos de "arriba" (!), entra um rap (!!!), depois uma ponte bizarra e por fim um refrão grandioso, que ficaria lindo em alguma música do próprio Iron Maiden. Ou seja, uma salada absurda, com tudo para dar errado, muito errado. Bom, muitos acham que deu, mesmo - eu, da minha parte, confesso que é a minha música favorita no CD. Não sei explicar, na verdade - talvez no meio de tanta excentricidade tenha se conseguido operar alguma espécie de milagre musical, ou talvez seja o refrão destruidor que me pegou e que até hoje me emociona. Seja como for, para mim é uma música boa para cacete!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, "Tears of the Dragon", o hit de "Balls to Picasso". Essa tocava direto no Disk MTV e nas "rádios rock", e não é difícil entender por quê: trata-se de uma balada conduzida a dedilhados de violão, com um letra de fato muito bonita e refrão poderoso, daqueles bons mesmo para cantar junto. Na verdade - e aí está um pequeno disparate - é uma música que, se não tivesse o interlúdio quase reggae durante o longo solo de Roy Z, poderia perfeitamente estar em um disco do Iron Maiden sem soar minimamente deslocada. Dizem por aí que a música até chegou de fato a ser oferecida para o "Fear of the Dark", mas que por motivos que a própria Razão desconhece Steve Harris a teria vetado. Se a lenda for verdadeira, conclui-se que a) Dickinson estava certo em querê-la naquele disco e b) que "Fear of the Dark" poderia ter sido um disco melhor - sinceramente, "Tears of the Dragon" deveria ter tirado "The Apparition" daquele disco em um nanossegundo. Seja como for, é uma composição forte e bem construída, que fecha de modo digno um CD interessante, mas desigual. A vontade de andar com as próprias pernas foi tão grande que Bruce Dickinson acabou tropeçando mais de uma vez, e por pouco não dá mesmo com a cara no chão. Mas alguns bons momentos salvam o CD de virar descanso para copos, e garantem seu lugar seguro na coleção da maioria dos fãs de Metal. &lt;strong&gt;Nota 7,7&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRUCE DICKINSON - BALLS TO PICASSO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lançamento:&lt;/strong&gt; 1994&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Shay Baby&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; Castle / EMI&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 10&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo:&lt;/strong&gt; 50'57''&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; Bruce Dickinson (V), Roy Z (G), Eddie Casillas (B), David Ingraham (D), Doug Van Booven (Percussão).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-868129606989031774?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/868129606989031774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=868129606989031774&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/868129606989031774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/868129606989031774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/07/bruce-dickinson-balls-to-picasso.html' title='BRUCE DICKINSON - Balls To Picasso'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RpHEfCBnheI/AAAAAAAAAGs/jqKVbBJ3YTk/s72-c/14767.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-9146989135616784550</id><published>2007-06-25T00:06:00.000-04:00</published><updated>2008-12-13T01:23:26.016-04:00</updated><title type='text'>Bruce Dickinson: Tattooed Millionaire</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/Rn9AT0jZjvI/AAAAAAAAAGk/K-lQQeJOE6I/s1600-h/TattooedMillionaire.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5079849613966020338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="218" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/Rn9AT0jZjvI/AAAAAAAAAGk/K-lQQeJOE6I/s320/TattooedMillionaire.jpg" width="232" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bruce Dickinson dispensa maiores apresentações, mas enfim. Depois de um começo de carreira em algumas bandas inexpressivas como Speed, Styx e Shots, que foram alegremente do nada para lugar algum, o baixote se juntou ao Samson, onde conquistou boa repercussão no auge da NWOBHM. Depois de gravar dois LPs com a banda em questão ("Head On" e "Shock Tactics", ambos bons trabalhos, especialmente o segundo), Bruce mudou de ares, e passou boa parte dos anos 80 cantando com uma banda inglesa que todo mundo sabe bem qual é. Depois de uma série de álbuns com a Donzela (quase todos não menos do que brilhantes), o homem resolveu fazer algo diferente, e lançou um disco solo bastante interessante, que vem a ser esse "Tattooed Millionaire" que ora resenhamos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para acompanhá-lo na missão, Bruce escolheu um produtor de alto nível - Chris Tsangarides, que no mesmo ano produziu o demolidor "Painkiller", do Judas Priest - e uma banda qualificada, com o batera Fabio del Rio (do interessante e pouco lembrado Jagged Edge), o baixista Andy Carr e o guitarrista Janick Gers, que na época carregava no currículo um ótimo disco com o White Spirit e participações no Gogmagog e na banda solo de Ian Gillan. Dividindo quase todas as composições com Gers, Bruce Dickinson teve a oportunidade de explorar vários caminhos que não tinham espaço no Iron Maiden - e o resultado é um disco descompromissado, mas repleto de boas idéias e belas músicas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De cara, "Son of a Gun" abre o álbum com a cara de Bruce Dickinson: uma intro dedilhada abre caminho para um riff simples e pesado e melodias vocais grandiosas. De certo modo, é a fórmula de "Revelations", do álbum Piece of Mind, mas explorada de uma maneira mais 'solta' e com um refrão mais grudento. Ótimo começo, sem dúvida. A faixa-título dá o ar mais hard rock que será uma das tônicas do disco, com uma letra descompromissada sobre roqueiros cheios de grana (para muitos, uma alfinetada 'de leve' em Axl Rose e no Guns N' Roses) e mais um refrão extremamente pegajoso. Já nessa altura, percebe-se que o disco não será de modo algum uma cópia do Iron Maiden, e em breve isso ficará ainda mais evidenciado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para mim, "Born in 58" é um dos pontos máximos do disco, e uma das letras mais inspiradas que Bruce já escreveu. Homenageando seu avô, Bruce usa suas sempre presentes influências acústicas e relembra os tempos em que a vida era mais simples e os valores mais sólidos. O inspiradíssimo refrão clama: "justiça e liberdade / você pode comprar, mas não virão de graça / em um mundo de aço e vidro / enterramos nosso passado". Belíssima música. "Hell on Wheels" e "Gipsy Road" já não impressionam tanto: embora sejam boas composições, são bem simples e sem requintes, e caberiam bem dentro do repertório da maioria das bandas hard / heavy que pipocavam no final dos anos 80.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Dive! Dive! Dive!" acabou virando nome de um home video lançado por Bruce no início dos anos 90, e de certo modo aponta algumas tendências que o cantor seguiria pouco depois, quando abandonou o Iron Maiden e lançou discos experimentais como Balls to Picasso e Skunkworks. A batida é meio 'funkeada', e a linha de voz é a mais experimental e vanguardista do disco inteiro. Não soa mal, de modo algum, mas provoca estranheza em quem se acostumou com um Bruce Dickinson mais pesado e dramático. O cover de "All The Young Dudes" de David Bowie fez sucesso nas rádios brasileiras (tocou até no Pijama Show da Rádio Atlântida, vejam só) e é de fato uma versão bacana, com interpretação cuidadosa e belos licks de guitarra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Lickin' the Gun" é outra música mais ou menos comum, com uma levada bacana e boas frases de baixo, mas que não chega a surpreender pela originalidade. Já "Zulu Lulu" é uma música mais, digamos, simpática - uma letra cafajeste a serviço de uma música muito interessante, levada com maestria e com mais um dos refrões marcantes com a marca Bruce Dickinson de interpretação. Fechando o álbum, "No Lies", a única composição exclusiva de Bruce no disco. Uma música interessante, com uma levada envolvente e boas melodias, mas que sofre de um certo 'gigantismo musical' - se fosse uns dois minutos menor e tivesse menos embromação, seria bem mais agradável de ouvir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vendo em retrospecto, "Tattooed Millionaire" é um disco que cumpriu bem o seu papel, em mais de um sentido. Graças a ele, Janick Gers acabou no Iron Maiden, e Bruce Dickinson tomou coragem para, depois de dois discos irregulares com a Donzela, perseguir suas ambições artísticas com uma seqüência de discos solo. O Iron Maiden chamou Blaze Bailey, quebrou a cara (embora eu me alinhe entre os que julgam "The X Factor" um disco de muito bom nível) e renasceu como Fênix, trazendo Bruce e Adrian Smith de volta, ficando com três guitarras e enchendo as contas bancárias dos envolvidos de (mais) dinheiro. Finais felizes são bonitos, não? Quanto ao disco em si, vale tê-lo na coleção e curtir essas músicas de vez em quando - nem que seja só para lembrar de quando as coisas eram mais simples no reino do Metal, e de quando Axl Rose se preocupava em lançar discos, e não adiá-los... &lt;strong&gt;Nota 8,1&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bruce Dickinson - Tattooed Millionaire&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento:&lt;/strong&gt; 1990&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Chris Tsangarides&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; EMI&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 10&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo:&lt;/strong&gt; 43'15''&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; Bruce Dickinson (V), Janick Gers (G), Andy Carr (B), Fabio Del Rio (D).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-9146989135616784550?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/9146989135616784550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=9146989135616784550&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/9146989135616784550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/9146989135616784550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/06/bruce-dickinson-tattooed-millionaire.html' title='Bruce Dickinson: Tattooed Millionaire'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/Rn9AT0jZjvI/AAAAAAAAAGk/K-lQQeJOE6I/s72-c/TattooedMillionaire.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-455320196153890229</id><published>2007-06-20T10:32:00.000-04:00</published><updated>2007-06-20T10:39:06.888-04:00</updated><title type='text'>Eddie de Guaiaca</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos22.flickr.com/27574282_e0a7f1db33.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos22.flickr.com/27574282_e0a7f1db33.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;O Ace of Spades retoma suas atividades com a resenha do inigualável Leonardo Cao "Ponsito" sobre o álbum &lt;/em&gt;Killers&lt;em&gt;, do Iron Maiden. Deliciem-se com o texto descontraído do maior Air Guitar Player de Porto Alegre. Faça o mesmo, caro leitor, e mande sua resenha que a publicaremos!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lembro com muito carinho da primeira vez em que escutei Iron Maiden. Estava eu, aos 11 anos de idade, numa festinha na sacada da casa de praia da minha vovó materna, sorvendo um singelo copo de, se bem me lembro, guaraná Fruki. Ignorado pela gata quente que almejava então, existencialismo pegado, sento-me sozinho num canto escuro do recinto. Eis que soa o Riff inicial de Wasting Love, estraçalhando um já combalido coração infantil e definindo na hora: sim, mais um cabeludo no mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O certo é que depois de tanto tempo não tenho o mesmo tesão de escutar a maioria dos discos da Donzela. Talvez por ter escutado todos até a exaustão. A exceção é o álbum “Killers”, de 1981. Não tenho nenhum receio de afirmar que este é não apenas o melhor disco do Iron Maiden, e sim o melhor disco de Heavy Metal de todos os tempos. Chiem à vontade. “The Ides Of March” é a introdução perfeita para o massacre. Bateria marcial do gênio Clive Burr (claramente superior ao Nicko, que é um bom baterista), e linhas de guitarra que prenunciam o estilo épico que desembocaria no Metal Melódico anos depois. Em seguida, temos a mais furiosa música do Maiden, não por acaso, “Wratchild”. Sabemos da fama de beberrões dos rapazes ingleses (tem um vídeo deles num casamento em que eles arruínam com tudo, completamente borrachos), mas tenho certeza absoluta que, em 81, pelo menos o Steve Harris usava drogas muito pesadas. Suas linhas de baixo são fantásticas em todos os discos, mas a anarquia das linhas do “Killers” são insuperáveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Murders in the Rue Morgue” trás à tona mais uma característica do álbum: letras sérias. Faraós e clarividentes teriam sua vez anos depois, mas gosto bastante das letras mais “cotidianas” dos dois primeiros discos. A única instrumental do álbum é uma das minhas preferidas. “Genghis Khan” alterna levadas mais compassadas com momentos de puro desenfreamento (neologismo meu). Clive Burr toca bateria como se estivesse despencando do estúdio. Ótimo trabalho do duo Murray/Smith também. Uma característica ímpar desta música é que ela é praticamente um solo do início ao fim, mas não há solos propriamente ditos. Genial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pois vejam só. Mesmo um disco que está quase furado pelo laser pode guardar algumas cartas na manga (homenagem singela ao querido Professor titular deste blogo). “Innocent Exile”, além de uma levadinha Zeppeliana em alguns momentos, possui solos excelentes. Cheguei a essa conclusão escutando o álbum de novo para este texto. Solo é uma coisa complicada. Se não for totalmente coerente com o clima e com o que a música tem a dizer, é um desperdício de notas. Aí está o Malmsteen, aquele fanfarrão Sueco, que não me deixa mentir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A música “Killers” merece um parágrafo inteiro pra ela. Por mim, mereceria uma monografia, oitenta páginas defendendo a tese que todo e qualquer crime, fora estupro e pedofilia, cometido após a audição desta música, deveria ser automaticamente perdoado. Pensei diversas vezes em assassinar alguém após escutar isso. Em outras, saí correndo todo cagado de medo após a introdução. Vocês sabem do que estou falando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E então chega a vez de “Prodigal Son”. Paradigma é a palavra que define esta música. Nada menos. Nada pode ser feito pelos caras depois disso. Engraçado um fã de metal e de Iron Maiden considerar a música menos barulhenta e mais “mimosa” de toda carreira da banda (perdão ao deus metal) a melhor de todas. Minha desculpa é apenas uma. O solo do Dave Murray, o primeiro da música (que muito tempo achei ser de autoria do Adrian “melhor guitarrista da história pós Hendrix e Vaughan” Smith) é o mais belo solo já executado. MUITAS lágrimas derramadas. Sinto o pó da estrada do desgosto cada vez que ouço este solo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pra finalizar, “Purgatory” e “Drifter”. Duas tijoladas de seis furos direto na fuça do cristão. O pedacinho do chorus com a letra “Please, take me away, so far away” em “Purgatory” é pura adrenalina. E o solinho de harmônicos todo estranho em “Drifter”, seguido do final com a ordem “I want you to sing it, sing it, sing it, sing along” fecha adequadamente este MASTERPIECE. Tenho seguido esta ordem do Paul Dianno com muito afinco. Sejam coerentes e sigam também.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-455320196153890229?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/455320196153890229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=455320196153890229&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/455320196153890229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/455320196153890229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/06/eddie-de-guaiaca.html' title='Eddie de Guaiaca'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-626635929875543255</id><published>2007-05-05T12:44:00.000-04:00</published><updated>2007-05-05T13:17:01.583-04:00</updated><title type='text'>Symphony X - V: The New Mythology Suite</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.progarchives.com/progressive_rock_discography_covers/325/cover_47498322005.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.progarchives.com/progressive_rock_discography_covers/325/cover_47498322005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dos grandes álbuns do Symphony X. Temático, com faixas interligadas, interlúdios esporádicos. Mas, acima de tudo, um exuberante CD de Prog Metal. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Explorando temas mitológicos, como o deus Ra, Atlantis e afins, a banda alcança uma perfeição musical digna de registro. Destarte, o que temos são composições sofisticadas, onde o lado progressivo do Symphony X tem de ser exaltado, ainda que o peso seja uma marca forte da banda. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois da intro &lt;em&gt;Prelude&lt;/em&gt;, temos o primeiro grande clássico, &lt;em&gt;Evolution (the Grand Design)&lt;/em&gt;, onde a banda flerta com o melhor do Metal Melódico: velocidade e agrssividade, com um refrão absolutamente arrepiante e bem feito. Sem dúvida a melhor música do disco e, na modesta opinião deste redator, a melhor e mais completa de toda a carreira do Symphony X. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aí, vem a próxima, &lt;em&gt;Fallen&lt;/em&gt;, onde a guitarra pesada de Romeo e o ritmo quebrado tipicamente progressivo são os grandes temperos. Também neste estilo, porém menos pesada, é a balada &lt;em&gt;Communion and the Oracle&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seguindo a história, vem a bastante agressiva &lt;em&gt;The Bird-Serpent War&lt;/em&gt;, que eu ainda não descobri se é ou não uma alusão à bandeira do México. Brincadeiritas à parte, esta música é sucedida do cataclisma, onde o que era deserto vira enchente total na história do álbum. O encarte, antes de fundo estilo Saara, passa agora a representar um mar-sem-fim em plena tempestade. E nada melhor para indicar isso musicalmente que a pesada instrumental &lt;em&gt;On the Breath of Poseidon.&lt;/em&gt; Poseidon é o deus dos mares na mitologia grega. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esta ótima passagem é interrompida por uma trilha sombria, mas pouco barulhenta. Eis que explodem os riffs cadenciados e pesadíssimos de &lt;em&gt;Egypt&lt;/em&gt;, uma obra-prima do Metal Progressivo. Música pesada, quebradiça, marcante e, por isso, perfeita e indispensável, um dos pontos altos deste grande álbum. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após mais uma passagem instrumental, vêm as músicas finais, que seguem o velho ditado &lt;em&gt;last but not least&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Abscence of Light&lt;/em&gt; destaca-se pela ótima &lt;em&gt;bridge&lt;/em&gt; que possui; &lt;em&gt;A Fool's Paradise&lt;/em&gt; segue a linha de &lt;em&gt;Evolution&lt;/em&gt;, ainda que seja menos pesada; e &lt;em&gt;Rediscovery (Part II) - The New Mythology &lt;/em&gt;é a épica da vez, com seus 12 minutos de inspiração do quinteto norte-americano. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diria eu àqueles que querem se iniciar no Symphony X que este álbum, ao lado de &lt;em&gt;The Divine Wings of Tragedy, s&lt;/em&gt;ão os ideais para conhecer o trabalho desta excelente banda de Prog Metal. Um grande disco, que seguramente considerado pela maioria dos fãs como o melhor de todos. &lt;strong&gt;Nota 8,7.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FICHA TÉCNICA&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Symphony X - V: The New Mythology Suite&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;2000&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Eric Rachel e Michael Romeo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;Hellion&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;13&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo&lt;/strong&gt;: 62'42"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação&lt;/strong&gt;: Russell Allen (V), Michael Romeo (G), Michael Lepond (B), Michael Pinnella (K) e Jason Rullo (D). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-626635929875543255?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/626635929875543255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=626635929875543255&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/626635929875543255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/626635929875543255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/05/symphony-x-v-new-mythology-suite.html' title='Symphony X - V: The New Mythology Suite'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-3308094438292611511</id><published>2007-04-25T11:12:00.000-04:00</published><updated>2007-04-25T11:21:19.323-04:00</updated><title type='text'>TESTAMENT: Opinião, Porto Alegre, 24/abril/2007</title><content type='html'>Existem eventos que acabam sendo importantes para reafirmarem conceitos e reforçarem certezas na vida de uma pessoa. Eu mesmo, por exemplo. Não que eu estivesse desiludido ou desgostoso do Metal, longe disso. Mas sabem como é: a idade vai chegando, e o cara vai ficando eclético, entra numas de ouvir outros estilos, coisa e tal. É para não se deixar levar demais por essa ‘maturidade’ que um show tipo esse do Testament, terça feira no Opinião, acaba sendo perfeito – em poucos minutos o cidadão está batendo cabeça, erguendo os punhos para o ar, urrando a plenos pulmões e lembrando acima de qualquer dúvida que o Heavy Metal é a lei, hoje e sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público de cerca de 600 pessoas parecia bastante animado, cantando empolgadamente as músicas que rolavam no som mecânico e arriscando coros de “Testament, Testament” em várias oportunidades. Quando as luzes se apagaram e o grande (em mais de um sentido) baterista Nick Barker dirigiu-se a seu kit, todos sabiam que o pau ia comer. E comeu, meus amigos. De cara, “The Preacher”, para não deixar dúvidas de que tipo de som teríamos a partir dali: Thrash Metal feroz, pesado e energético, daqueles de deixar ouvidos zunindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa deve ser dita: o Testament 2007 é formado por excelentes músicos, e ver a formação quase-clássica reunida e detonando é um verdadeiro privilégio. Alex Skolnick, por exemplo, é um guitarrista excelente, muitíssimo técnico e de uma rapidez impressionante na mão esquerda. Mas a técnica apurada não tira a musicalidade de sua performance, nem o faz ficar plantado no palco – pelo contrário, pois o cara se move bastante e interage seguidamente com a platéia. Eric Peterson, embora fique mais nas bases, complementa bem o serviço de Alex, segurando sempre o peso e energia das composições. Nick Barker, que já tocou em muitas bandas do cenário extremo internacional, é um cavalo nas baquetas – quem vê o seu físico, digamos, avantajado não suspeita que o cara seja capaz de massacrar a bateria com a fúria que testemunhamos nessa noite. Greg Christian volta a seu lugar de poder, e mostra para todo mundo que baixo Thrash é com ele mesmo. E Chuck Billy segue o mesmo cara de sempre – revezando vozes limpas e momentos rasgados / guturais com desenvoltura e agitando bastante na frente do palco, repetindo incansavelmente sua postura “air guitar” com o pedestal do microfone e tudo o mais. Nem parece que Chuck teve que fazer tratamento contra câncer alguns anos atrás, pois sua performance é empolgante e irrepreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setlist, embora não exatamente surpreendente, foi a paulada que todos esperavam. “Electric Crown” foi festejadíssima, e “D.N.R.” pegou desprevenida aos que achavam que nenhum som da fase “The Gathering” seria executado. “Into the Pit” foi dedicada ao pessoal do mosh, e é desnecessário dizer que as ‘rodinhas’ se tornaram ainda mais intensas no decorrer dessa música excepcional. “Trial By Fire”, “Practice What You Preach” e “Souls of Black” também botaram o Opinião para pular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um dos poucos momentos de bate-papo com o público, Chuck Billy contou brevemente uma história sobre as gravações do videoclip de “Over the Wall”, para logo depois mandar ver uma versão demolidora da música em questão. Aliás, um ponto positivo: embora bastante carismática, a banda não perde tempo com conversa fiada entre as músicas, preferindo dedicar-se a tocar um clássico atrás do outro. Encerrando o set ‘normal’, o Testament adotou uma decisão bem-humorada: ao invés de fazerem de conta que não voltariam, perguntaram se o público queria mais e disseram que “já voltavam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após alguns breves minutos (nos quais o escriba comemorou animadamente após descobrir que o Grêmio havia vencido o Cerro por 1 a 0 e seguia vivo na Libertadores), veio a até certo ponto inesperada “Alone In the Dark” – uma das músicas mais legais do primeiro disco da banda, “The Legacy”, aqui executada de modo emocionado e fiel. Chuck Billy não se cansa de elogiar o público, dizendo estar comovido com a acolhida dos bangers de Porto Alegre (nome pronunciado perfeitamente, aliás). Depois de fazer a típica brincadeira do “oh oh oh” com o público, Chuck anuncia “Disciples of the Watch” e o Opinião vira um campo de batalha. Uma despedida mais explícita, com saudação ao público e tudo o mais, e as luzes não se apagam. Aparentemente, o show acabou, mas apenas aparentemente: sem maiores delongas, o Testament volta ao palco e encerra de vez uma noite de puro Thrash Metal com um de seus maiores hinos, a detonante “Burnt Offerings”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado das quase duas horas de Metal: um pescoço castigado (certamente sofrerei dores cervicais atrozes nos próximos dias), uma garganta maltratada, pernas doloridas e o espírito renovado. Heavy Metal é isso, meus(as) amigos(as): convém nunca nos permitirmos esquecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-3308094438292611511?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/3308094438292611511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=3308094438292611511&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/3308094438292611511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/3308094438292611511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/04/testament-opinio-porto-alegre.html' title='TESTAMENT: Opinião, Porto Alegre, 24/abril/2007'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-1382553514962902147</id><published>2007-04-16T17:41:00.000-04:00</published><updated>2007-04-16T18:13:11.269-04:00</updated><title type='text'>Symphony X - Twilight in Olympus</title><content type='html'>&lt;a href="http://image.003.ru/xpics/31_6894.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://image.003.ru/xpics/31_6894.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este é tido pelos fãs como o disco mais fraco da formação clássica. Não há nenhuma razão aparente para um rendimento mais baixo. A qualidade da gravação é boa, os músicos obtêm ótimas performances. &lt;em&gt;Twilight in Olympus&lt;/em&gt; não é um mau álbum, muito embora não tenha o brilho de outros trabalhos. Mas tem seus bons momentos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A faixa de abertura é &lt;em&gt;Smoke and Mirrors&lt;/em&gt;, uma composição bem típica do Symphony X, que mistura riffs pesados com outros mais melódicos, refrão forte, velocidade e um vocal agressivo de Russell Allen. Esta boa música de abertura é seguida pelos 9 minutos de &lt;em&gt;Church of the Machine&lt;/em&gt;, aonde o quinteto norte-americano explora seu lado mais progressivo, ainda que o peso habitual esteja presente. &lt;em&gt;Church of the Machine&lt;/em&gt; mostra, exemplarmente, o modo como aprecio de um teclado ser utilizado em uma música de Heavy Metal: dando uma base, criando um clima para a música, e não sobressaindo-se sendo utilizado em solos, como muitos grupos de metal melódico fazem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esta faixa termina repentinamente, quando tem início a pequena instrumental &lt;em&gt;Sonata&lt;/em&gt;, calminha, contrastando fortmente com as duas anteriores e dando um diminuída bem feita no ritmo do disco. A canção dura cerca de 1 minuto e meio, e foi baseada na Sonata # 8 em Dó Menor, de Beethoven. O solo de Romeo aqui é belíssimo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Daí, volta o peso, e com ele a melhor música de &lt;em&gt;Twilight in Olympus&lt;/em&gt;. Trata-se da clássica &lt;em&gt;In the Dragon's Den&lt;/em&gt;, composição mais conhecida deste álbum, com um refrão absolutamente grudento, um dos melhores da carreira do Symphony X. Ponto alto do disco, sem dúvida. &lt;em&gt;The Relic&lt;/em&gt;, também com ótimo refrão, é outra grande música, similar a essa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao final, ainda temos a épica &lt;em&gt;Through the Looking Glass&lt;/em&gt;, de 13 minutos, que não é tão boa quanto outras mais longas já feitas pelo Symphony X. &lt;em&gt;Orion - the Hunter&lt;/em&gt; tem bastante peso e cadência, mas carece de uma criatividade maior. Apesar de alguns riffs bem interessantes e densos, poderia fluir com mais naturalidade. Para finalizar, uma balada boa apesar de quase melosa, &lt;em&gt;Lady of the Snow&lt;/em&gt;. Na edição que possuo, ainda vem de bônus a pesada &lt;em&gt;Masquerade '98&lt;/em&gt;, que não entra nessa avaliação por ser bônus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não vejo &lt;em&gt;Twilight in Olympus&lt;/em&gt; como um fracasso, pelo contrário. É um álbum simples, com uma capa interessante (apesar de que o acabamento poderia ser melhor), com algumas músicas muito boas. Não chega perto de &lt;em&gt;V: The New Mythology Suite &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;The Odissey&lt;/em&gt;, por exemplo. Mas é um trabalho de bom nível, que sucedeu dois ótimos discos e antecedeu mais dois. Romeo, Allen e cia. tiveram uma fase menos criativa, mas não deixaram a peteca cair. &lt;strong&gt;Nota 7,7.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FICHA TÉCNICA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Symphony X - Twilight in Olympus&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;1998&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Eric Rachel, Steve Evetts e Michael Romeo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;Hellion&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;09&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;58'37"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;Russell Allen (V), Michael Romeo (G), Thomas Miller (B), Michael Pinnella (K) e Tom Walling (D).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-1382553514962902147?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/1382553514962902147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=1382553514962902147&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1382553514962902147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1382553514962902147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/04/symphony-x-twilight-in-olympus.html' title='Symphony X - Twilight in Olympus'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-2602328309250369554</id><published>2007-04-09T09:06:00.000-04:00</published><updated>2007-04-09T09:35:52.449-04:00</updated><title type='text'>Symphony X - The Divine Wings of Tragedy</title><content type='html'>&lt;a href="http://image.003.ru/xpics/31_6893.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://image.003.ru/xpics/31_6893.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Symphony X, após sete anos longe do Brasil, fará show em São Paulo no próximo dia 16 de junho. O próximo álbum de estúdio, &lt;em&gt;Paradise Lost&lt;/em&gt;, deve sair no segundo semestre. Resenharei aqui os quatro álbuns desta ótima banda que possuo em meu acervo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The Divine Wings of Tragedy&lt;/em&gt; é o disco que alavancou a carreira destes norte-americanos. Após um (dizem) péssimo álbum homônimo de estréia, em 1994, veio &lt;em&gt;The Damnation Game&lt;/em&gt;, no ano seguinte, impulsionado também pela febre progressiva causada pelo auge do Dream Theater. Então, sucedeu-se este, considerado um dos marcos da carreira da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa com a poderosíssima &lt;em&gt;Of Sins and Shadows&lt;/em&gt;. Música pérfeita: riffs pesados e vigorosos, vocalista dando show (Russell Allen, é até dispensável comentar, faz isso em todas as faixas deste álbum), refrão marcante, músicos virtuosos. Só esta já vale o disco. Começa quebrando tudo, como um bom álbum de metal deve ser, mesmo que seja de metal progressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, duas músicas de estilos semelhantes: &lt;em&gt;Sea of Lies&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Out of the Ashes&lt;/em&gt;, que são mais velozes, porém nunca deixando o peso de lado. Thomas Miller mostra toda sua qualidade como baixista nestas duas composições, que antecedem a clássica balada &lt;em&gt;The Accolade&lt;/em&gt;, boa música, por sinal. Talvez fosse uma canção que tivesse para que eu não gostasse: é lenta, e dura quase 10 minutos. Mas a qualidade é tanta que nem percebemos o tempo passar. Tudo se encaixa com perfeição, mas eu não chego ao ponto de dizer que amo este tipo de música, vocês sabem bem disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, duas músicas sensacionais, de volta ao peso. &lt;em&gt;Pharaoh &lt;/em&gt;tem seus momentos lentos, mas o que caracteriza-a é a guitarra distorcida de Michael Romeo, além do vocal forte de Allen. Então, vem a sexta música, um dos maiores clássicos da banda, &lt;em&gt;The Eyes of Medusa&lt;/em&gt;, uma das três primeiras músicas que qualquer um ouve do Symphony X quando deseja conhecê-los. Pudera, é sensacional. Tem todas as qualidades que a faixa inicial deste álbum possui, mas aqui a marca é a cadência, e não a velocidade. Ainda há um momento mais lento e sem guitarras, uma verdadeira parada dentro da música, que, do nada, volta ao ritmo agressivo "normal". Imperdível essa, de arrepiar qualquer um que tenha Heavy Metal no tipo sangüíneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As três músicas finais deste disco não deixam a qualidade cair, apesar de não serem assim tão brilhantes. &lt;em&gt;The Witching Hour &lt;/em&gt;é boa, mas talvez a mais fraca de todas, aproximando-se mais do metal melódico clássico, que não é a marca do Symphony X. A seguir, a faixa-título, com quase 21 minutos de duração. Como sempre, uma verdadeira viagem, ainda que a banda peque, um pouquito, no virtuosismo-preciosista. Mas vale a pena, principalmente pela qualidade do trabalho apresentado. A final é uma balada com qualidade, chamada &lt;em&gt;Candlelight Fantasia&lt;/em&gt;, música melancólica que encerra de forma adequada este excelente e imprenscindível trabalho para quem se diz fã de Prog Metal. &lt;strong&gt;Nota 8,2.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;FICHA TÉCNICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Symphony X - The Divine Wings of Tragedy&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;1996&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Steve Evetts &amp;amp; Eric Rachel&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;Hellion&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;09&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;65'21"&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;Russell Allen (V), Michael Romeo (G), Thomas Miller (B), Michael Pinnella (K), Jason Rullo (D).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-2602328309250369554?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/2602328309250369554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=2602328309250369554&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/2602328309250369554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/2602328309250369554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/04/symphony-x-divine-wings-of-tragedy.html' title='Symphony X - The Divine Wings of Tragedy'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-5377649487568691533</id><published>2007-03-29T13:55:00.000-04:00</published><updated>2007-03-29T14:24:40.453-04:00</updated><title type='text'>Avantasia - The Metal Opera Pt. II</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.brennus-music.com/boutique/images/avantasia_themetaloperapart2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.brennus-music.com/boutique/images/avantasia_themetaloperapart2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os mais puristas sempre afirmam que, numa série, a primeira parte é a melhor e o resto é lixo. Tenho uma tendência a discordar deste tipo de pensamento, apesar de que, aqui, estamos diante de uma meia-verdade a este respeito. A segunda parte do projeto Avantasia não chega a ser ruim, mas é bem inferior ao ótimo disco de estréia de carreira-solo de Tobias Sammet.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os convidados são os mesmos da outra vez, mas a energia que sobrou no anterior faltou neste. A bem da verdade, o disco começa de forma fantástica: &lt;em&gt;The Seven Angels&lt;/em&gt;, música de abertura, é uma obra-prima de Sammet, com 14 minutos de grande inspiração, paradas, retomadas, refrão contagiante e participação de quase todos os vocalistas-personagens do projeto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após esta, vem &lt;em&gt;No Return&lt;/em&gt;, melódica pra lá de pouco original, mas que agrada aos ouvidos de quem é fã do estilo por ser bem feita. Mesmo assim, pouco acrescenta. &lt;em&gt;The Looking Glass&lt;/em&gt; não chega a empolgar, mas é uma boa música. Aí, vem a primeira das baladas arrastadas e entediantes, que tanto critico. &lt;em&gt;In Quest For&lt;/em&gt; chega a dar sono. Menos mal que &lt;em&gt;The Final Sacrifice&lt;/em&gt;, música mais pesada de todo o projeto, vem na seqüência. Uma ótima canção esta, ainda que simples. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A parte final do disco traz duas boas composições, com bons refrãos e velocidade não exagerada, que são &lt;em&gt;Neverland &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Memory&lt;/em&gt;. Uma das mais conhecidas, &lt;em&gt;Chalice of Agony &lt;/em&gt;(tocada pelo Edguy no show em Porto Alegre, em outubro de 2004), é daquelas melódicas que já ouvimos milhões de vezes. Ainda temos uma balada dispensável, que é &lt;em&gt;Anywhere&lt;/em&gt;, e outra, na última faixa, que é &lt;em&gt;Into the Unknown&lt;/em&gt;, por sinal, menos chata do que as anteriores, o que não chega a ser uma grande qualidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É a falta de pegada, pouca originalidade e o excesso de baladas melosas que transforma o sucessor do excelente &lt;em&gt;The Metal&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Opera&lt;/em&gt; num disco comum e dispensável. Mas vale por &lt;em&gt;The Seven Angels&lt;/em&gt;, por &lt;em&gt;The Final Sacrifice&lt;/em&gt;, por Tobias e seus comparças e por quem é fã de metal melódico, incondicionalmente. &lt;strong&gt;Nota 6,8.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;FICHA TÉCNICA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Avantasia - The Metal Opera Pt. II&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;2002&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Tobias Sammet&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;AFM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;11 (1 faixa bônus)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;62'57"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;Tobias Sammet (V), Henjo Richter (G), Markus Grosskopf (B), Alex Holzwarth (D)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Participações: &lt;/strong&gt;Michael Kiske (V), David DeFeis (V), Ralf Zdiarstek (V), Sharon Den Adel (V), Rob Rock (V), Oliver Hartmann (V), André Matos (V), Kai Hansen (V), Bob Catley (V), Eric Singer (D), Frank Tischer (P), Norman Meiritz (G), Timo Tolkki (G), Jens Ludwig (G).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-5377649487568691533?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/5377649487568691533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=5377649487568691533&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/5377649487568691533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/5377649487568691533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/03/avantasia-metal-opera-pt-ii.html' title='Avantasia - The Metal Opera Pt. II'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-6854332117600463889</id><published>2007-03-28T15:05:00.000-04:00</published><updated>2007-03-28T15:49:49.663-04:00</updated><title type='text'>Avantasia - The Metal Opera</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.ravenmetal.com/images/Avantasia-MetalOpera.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.ravenmetal.com/images/Avantasia-MetalOpera.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Foi com grande surpresa que recebi hoje a notícia que Tobias Sammet pretende gravar uma terceira edição do Avantasia, projeto solo paralelo à sua banda, Edguy. O próprio Tobias disse, em 2002, quando do lançamento do segundo disco, que aquele era o fim do Avantasia, que soaria forçado um terceiro disco, e tudo mais - no que concordo. No mais, trata-se de uma boa oportunidade de resenharmos os dois álbuns do Avantasia até aqui. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.ravenmetal.com/images/Avantasia-MetalOpera.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;The Metal Opera&lt;/em&gt;, o primeiro da série, é um dos melhores e mais bem feitos discos de metal melódico que já ouvi. Foi o lançamento deste disco que alavancou de vez a carreira do Edguy, apesar de uma coisa puxar a outra. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história narrada pelas 13 músicas é a de um jovem que tem sua irmã aprisionada, durante a Idade Média, em Mainz, na Alemanha. Ele luta contra o mal para salvá-la. Convenhamos, algo bem pouco original. Porém, o que importa, deveras, é a música. E nisso &lt;em&gt;The Metal Opera &lt;/em&gt;é impecável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A banda, além de Sammet, é formada pelo guitarrista Henjo Richter (Gamma Ray), pelo baixista Markus Grosskopf (Helloween) e pelo baterista Alex Holzwarth (Rhapsody), além de convidados como Michael Kiske, David DeFeis, André Matos, Oliver Hartmann, Rob Rock e Timo Tolkki, interpretando os personagens da trama.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Após a intro &lt;em&gt;Prelude&lt;/em&gt;, temos um metal melódico empolgante com &lt;em&gt;Reach out for the Light&lt;/em&gt;, com Michael Kiske (neste CD usando o pseudônimo de "Ernie") dando um verdadeiro show ao lado de Tobias. Uma música com refrão bonito, solos e duetos &lt;em&gt;a la &lt;/em&gt;Helloween e grudada na canção seguinte, &lt;em&gt;Serpents in Paradise&lt;/em&gt;, na qual Ralf Zdiarstek aparece com sua voz inconfundível. Outra música que cai no gosto do público de cara.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dos pontos altos vem a seguir. Após uma breve narrativa em &lt;em&gt;Malleus Maleficarum&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Breaking Away &lt;/em&gt;chega com um refrão simples e sesancional, tornando-se uma das músicas mais conhecidas e populares deste disco. Uma composição descomplicada, com teclados, solos e velocidade, sem os dois bumbos a 300 por hora, mas com uma energia de arrepiar. Então, dá-se uma pausa para uma (não estranhem vindo de minha parte) boa balada, &lt;em&gt;Farewell&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após esta, temos uma das melhores, &lt;em&gt;The Glory of Rome&lt;/em&gt;. Música igualmente perfeita em sua composição, com um entrosamento impecável entre os intérpretes. Refrão, mais uma vez, ótimo - é a especialidade da casa. Como se não bastasse, temos &lt;em&gt;Avantasia&lt;/em&gt;, um dos maiores hinos do Heavy Metal desta presente década. Ou alguém nunca ouviu "We are the power inside, we bring you fantasy, we are the kingdom of light and dreams, gnosis and life, Avantasia!"?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fechando, temos uma balada um pouco mais melosa (André Matos colabora nesse sentido, apesar de Kai Hansen dar um show interpretando um anão), que é &lt;em&gt;Inside&lt;/em&gt;; uma ótima música, de mais groove, que é &lt;em&gt;Sign of the Cross&lt;/em&gt;; e a épica &lt;em&gt;The Tower&lt;/em&gt;, com um verdadeiro show de Michael Kiske, uma das melhores músicas já compostas por Tobias Sammet.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um grande disco, com grande produção, grandes músicos e grandes músicas, acima de tudo. Um imperdível para os fãs do estilo. Não é porque foi lançado há menos de 10 anos que não pode ser considerado um clássico do metal melódico. Amanhã, traremos a segunda parte, que, sublinhe-se, não é tão boa quanto esta primeira. &lt;strong&gt;Nota 9,0.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FICHA TÉCNICA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Avantasia - The Metal Opera&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;2000&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Tobias Sammet&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;Laser Company&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;15 (2 faixas bônus)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;68'10"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;Tobias Sammet (V), Henjo Richter (G), Markus Grosskopf (B), Alex Holzwarth (D)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Participações: &lt;/strong&gt;Michael Kiske (V), Kai Hansen (V), David DeFeis (V), André Matos (V), Oliver Hartmann (V), Sharon Den Adel (V), Rob Rock (V), Ralf Zdiarstek (V), Timo Tolkki (V), Frank Tischer (P), Norman Meiritz (AG), Jens Ludwig (G).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-6854332117600463889?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/6854332117600463889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=6854332117600463889&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/6854332117600463889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/6854332117600463889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/03/avantasia-metal-opera.html' title='Avantasia - The Metal Opera'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-3301564449387343657</id><published>2007-03-23T17:35:00.000-04:00</published><updated>2007-03-23T18:14:30.072-04:00</updated><title type='text'>Angra - Aurora Consurgens</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.hardrock.hu/files/angra.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" height="196" alt="" src="http://www.hardrock.hu/files/angra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Está na hora de o Angra começar a rever algumas coisas. Sexto lançamento de estúdio dos brasileiros, &lt;em&gt;Aurora Consurgens&lt;/em&gt; não é, de modo algum, um mau disco de Heavy Metal. Porém, mesmo contando com excelentes e virtuosos músicos, com uma produção impecável e uma enorme legião de fãs espalhados pelo planeta, este lançamento claramente não empolga.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Originalidade não é tudo, mas é algo importante. O Angra se destacava dentro do metal melódico por ser uma banda que soava diferente: tinha suas pitadas progressivas, elementos de música brasileira, aliado aos dois bumbos no talo, que é tão característico (e repetitivo) no estilo. No entanto, parece que esta fórmula está se esgotando. Aliás, bom mesmo é quando o artista deixa uma fórmula de lado e faz um som de fato subjetivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não há sequer uma música ruim em &lt;em&gt;Aurora Consurgens&lt;/em&gt;. Mas também, certamente, não restará deste álbum nenhum grande clássico, aqueles que fazem a pessoa ir ao show só para ouvi-lo. Não é um disco em que chegamos ao ponto de pensarmos estar ouvindo sempre a mesma música, mas é um disco sem personalidade marcante, como o excelente antecessor &lt;em&gt;Temple of Shadows&lt;/em&gt;, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A melhor música é &lt;em&gt;Passing By&lt;/em&gt;, a única de fato original, com uma levada mais cadenciada, riffs fortes e momentos mais calmos. Um nível abaixo temos duas semi-baladas, &lt;em&gt;Ego Painted Grey&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;So Near So Far&lt;/em&gt;, que é uma boa música mas não traz nada de novo, visto que tem arranjos mui semelhantes a &lt;em&gt;The Shadow Hunter&lt;/em&gt;, do &lt;em&gt;Temple of Shadows&lt;/em&gt;. Depois disso, todas as músicas mantém um nível razoável, o que é muito pouco para quem se acostumou a ouvir obras-primas vindas destes cinco rapazes. &lt;em&gt;The Course of Nature&lt;/em&gt; é cativante, mas nada de maravilhoso; &lt;em&gt;The Voice Commanding You&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Salvation: Suicide, Window to Nowhere &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Scream Your Heart Out&lt;/em&gt; são daquele metal melódico saturado que falei à pouco. Não são ruins, mas já as ouvimos quinhentas vezes em outros quinhentos discos. &lt;em&gt;Breaking Ties&lt;/em&gt; é diferente, um pouco mais cadenciada e com boa musicalidade. Fechando o álbum, uma tradicional balada ao violão, &lt;em&gt;Abandoned Fate&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dispensável falar da qualidade da produção de um álbum do Angra, como sempre impecável. Também não é novidade dizer que Rafael e Kiko formam uma das mais afinadas e entrosadas duplas de guitarras da atualidade, bem como elogiar o ótimo baixista Felipe Andreoli e o monstro Aquiles Priester na bateria. Edu Falaschi, que já havia se afirmado definitivamente no disco anterior, volta a mostrar um bom vocal, ainda que os agudos em músicas mais rápidas seja um tanto irritante. O encarte é bonito e cuidadoso, mas a capa, assim como as composições, peca pela falta de originalidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sem dúvida, o mais fraco disco da carreira do Angra até hoje. Não chega a comprometer a brilhante trajetória dos brasileiros, mas serve de alerta para o próximo lançamento que, esperamos, seja mais inspirado. &lt;strong&gt;Nota 7,2.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FICHA TÉCNICA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Angra - Aurora Consurgens&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;2006&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Dennis Ward&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;Paradoxx&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;10&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;50'35''&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;Edu Falaschi (V), Kiko Loureiro (G), Rafael Bittencourt (G), Felipe Andreoli (B), Aquiles Priester (D).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-3301564449387343657?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/3301564449387343657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=3301564449387343657&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/3301564449387343657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/3301564449387343657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/03/angra-aurora-consurgens.html' title='Angra - Aurora Consurgens'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-358898346394929664</id><published>2007-03-23T01:21:00.000-04:00</published><updated>2008-12-13T01:23:26.455-04:00</updated><title type='text'>Heaven and Hell - 2007-03-11 Live Vancouver (bootleg)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RgNoW4AAb9I/AAAAAAAAAC4/O8AoBbXWZ_o/s1600-h/image08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044990749783912402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RgNoW4AAb9I/AAAAAAAAAC4/O8AoBbXWZ_o/s320/image08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Fugindo um pouco à linha dos post habituais do ACE OF SPADES, resenharemos aqui um álbum que não pode ser encontrado em nenhuma loja perto de você. No entanto, acredito que as circunstâncias do mesmo justifiquem a inclusão da resenha de um ‘bootleg’ por aqui. Trata-se simplesmente do primeiríssimo show da tour do Heaven and Hell – que, para os desavisados, é o projeto que reuniu o Black Sabbath dos tempos de Ronnie James Dio, a mesma formação que gravou “Mob Rules” e “Dehumanizer” e que para muitos simbolizou o momento mais ‘metal’ do grupo que, praticamente sozinho, criou o Heavy Metal. A apresentação ocorreu no Pacific Coliseum em Vancouver (CAN) no dia 10 de março, e já é possível baixar os mp3 pelo rapidshare e por programas P2P. Então, deixe que esse humilde escriba exponha suas impressões sobre esse show histórico, que se Deus quiser e o Diabo permitir em breve estará em nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravação, infelizmente, está cortada no início, de modo que perdemos a intro e parte da música de abertura. O áudio, embora perfeitamente audível, está longe de ser um registro cristalino, e muitos certamente sentirão falta de um som mais límpido e definido. Mas, puxa vida, eles abrem com “After All (The Dead)”, e é mais do que suficiente para ferver o sangue de qualquer fã de Metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O repertório, por sinal, é empolgante. Para quem critica o “Live Evil” por conter sons demais da fase Ozzy (nos quais a voz potente de Dio nem sempre caía tão bem), esses shows de 2007 serão sem dúvida uma satisfação imensa. Nada de ‘Ozzy years’: são 16 músicas de puro Black Sabbath com Dio, e os resultados são animadores. Entre outras, pérolas como “Falling Off the Edge of the World”, “Computer God”, “Lady Evil” e “Die Young” são ressuscitadas e postas lado a lado com todos aqueles clássicos tipo “Heaven and Hell”, “Voodoo” e “Children Of the Sea”. Nesse show específico, “Lonely Is the Word” não entrou por questões de tempo, mas nas demais apresentações do Heaven and Hell ela está dizendo presente, aumentando ainda mais o nível de um setlist já maravilhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RgNorIAAb-I/AAAAAAAAADA/iT6SkXhAXnI/s1600-h/image03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044991097676263394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RgNorIAAb-I/AAAAAAAAADA/iT6SkXhAXnI/s320/image03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Três novas canções foram gravadas para a coletânea que marca esse retorno, "The Dio Years", e as três estão no set desse ‘bootleg’. “Ear In the Wall”, para mim, é a melhor delas: forte, energética, movida a um daqueles típicos riffs de Tony Iommi que a maioria dos guitarristas do universo é capaz apenas de invejar. O andamento é mais veloz, e o resultado final não ficaria feio em um “Mob Rules”, por exemplo. As outras duas canções (“The Devil Cried” e “Shadow of the Wind”) são mais lentas e arrastadas, naquele típico estilo Sabbath de ser, com riffs envolventes e excelente trabalho de cozinha, especialmente na primeira. Músicas de alto nível, dignas da banda que representam e que conseguem soar relevantes em pleno 2007, o que certamente é muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda soa muito, muito bem. O desempenho é certeiro e, embora a interpretação não seja tão energética quanto em tempos idos, a evidente alegria dos músicos e a força do conjunto acabam produzindo resultados excelentes. Para quem estava cansado de ver o Black Sabbath transformado em banda de apoio para um decadente Ozzy Osbourne (meu caso), ouvir Iommi e Butler tocando com entusiasmo de novo é uma satisfação e um alento. Vinnie Appice, para mim, sempre foi um baterista menosprezado, e a segurança de suas levadas e viradas mostram um músico preciso, consciente de suas capacidades e que as usa sempre em favor da música, evitando firulas excessivas e demais massagens de ego. E Ronnie James Dio, do alto dos seus sessenta e muitos anos de idade, continua sendo um dos melhores vocalistas que se pode encontrar por aí. Claro que sua voz não tem mais o timbre cristalino e a potência impressionante dos anos 80, mas o baixinho conhece todos os atalhos e consegue se defender muitíssimo bem mesmo nos momentos mais complicados do repertório. Quero ver um vocalista de 25 anos pegar sons como “I” e “The Sign of the Southern Cross” e mandar melhor que o vovô Dio. Duvido muito, mesmo! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RgNro4AAcBI/AAAAAAAAADY/PnZUbphrSkY/s1600-h/dio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044994357556441106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RgNro4AAcBI/AAAAAAAAADY/PnZUbphrSkY/s320/dio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enfim, amigos(as). Aproveitem que não é necessário comprar esse material e baixem os mp3 imediatamente. Verão que, independentemente de modas, modismos, tendências e demais perdas de tempo, o mais puro Heavy Metal segue vivíssimo, e os avôs do estilo ainda mostram para muito moleque o que é som pesado de verdade. Tomara que essa tour chegue em nosso Brasil varonil, e que possamos assistir de perto esse bonito e empolgante momento da história do nosso estilo favorito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;NOTA: segundo o &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.iommi.com"&gt;&lt;em&gt;www.iommi.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, "The Dio Years" sai no Brasil dia 28 de maio, e um "Live at Hammersmith Odeon" deve vir na seqüência. Quem não comprar é mulher do padre.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;FICHA TÉCNICA:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Heaven and Hell - 2007-03-10 Live&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Vancouver&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lançamento:&lt;/strong&gt; 2007&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Desconhecido&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; bootleg &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 16&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tempo:&lt;/strong&gt; 1h49min&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; Ronnie James Dio (V), Tony Iommi (G), Geezer Butler (B), Vinnie Appice (D).&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-358898346394929664?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/358898346394929664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=358898346394929664&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/358898346394929664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/358898346394929664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/03/heaven-and-hell-2007-03-11-live.html' title='Heaven and Hell - 2007-03-11 Live Vancouver (bootleg)'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RgNoW4AAb9I/AAAAAAAAAC4/O8AoBbXWZ_o/s72-c/image08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-8947313975401187394</id><published>2007-03-22T21:30:00.000-04:00</published><updated>2007-03-22T21:52:11.676-04:00</updated><title type='text'>Blind Guardian: o retorno, após cinco anos</title><content type='html'>Uma das maiores bandas de power metal esteve em Porto Alegre na noite desta quarta-feira. Num Opinião que recebeu bom público, o Blind Guardian fez seu segundo show na capital gaúcha. Não é preciso comentar a devoção dos fãs à banda. Vamos direto ao que interessa.&lt;br /&gt;Num show com duração aproximada de 1 hora e 45 minutos, os alemães executaram músicas que não haviam mostrado em 2002, deixaram alguns clássicos de fora e tocaram apenas uma música de seu ótimo disco novo, &lt;em&gt;Twist in the Myth&lt;/em&gt;. Como sempre, a abertura veio com &lt;em&gt;War of Wrath&lt;/em&gt; seguida de &lt;em&gt;Into the Storm&lt;/em&gt;. Aliás, os fãs de &lt;em&gt;Nightfall in Middle-Earth&lt;/em&gt; ficaram certamente deveras satisfeitos. Além destas duas, &lt;em&gt;Nightfall&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Time Stands Still (at the Iron Hill) &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Mirror Mirror&lt;/em&gt; foram tocadas, sendo este o álbum com mais canções executadas por Hansi e companhia na noite de ontem.&lt;br /&gt;No &lt;em&gt;set list&lt;/em&gt;, algumas novidades. &lt;em&gt;Majesty&lt;/em&gt;, primeira música do Blind, não poderia faltar; dentre as antigas, foram tocadas somente &lt;em&gt;Lost in the Twilight Hall &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Welcome to Dying&lt;/em&gt;, cantadas em uníssono, especialmente pelos excepcionais refrãos que possuem&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;A maior variação foi quanto ao clássico &lt;em&gt;Imaginations from the Other Side&lt;/em&gt;, onde as clássicas &lt;em&gt;The Scrypt for my Requiem&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Born in a Mourning Hall &lt;/em&gt;e até &lt;em&gt;Bright Eyes &lt;/em&gt;ficaram de fora. O show perdeu um pouco em peso com isso, também pela execução de &lt;em&gt;And the Story Ends&lt;/em&gt;, que é mais cadenciada. Uma mudança interessante, visto que, em 2002, o Blind Guardian tocou tudo (e até mais do que isso) que poderíamos querer ou imaginar.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mordred's Song &lt;/em&gt;botou a galera para pular, bem como &lt;em&gt;Fly&lt;/em&gt;, única música do disco novo. &lt;em&gt;And Then There Was Silence&lt;/em&gt;, de 14 minutos de duração, foi intensa, ainda que seja uma música difícil de as pessoas acompanharem cantando. Antes disso, Hansi pega uma bandeira do Rio Grande do Sul e prende-a no palco, o que levou o público ao delírio sob os gritos de "Ah, eu sou gaúcho!".&lt;br /&gt;O bis foi o feijão-com-arroz clássico: &lt;em&gt;Imaginations from the Other Side&lt;/em&gt;, sempre um ponto alto do show, &lt;em&gt;The Bard's Song - In the Forest&lt;/em&gt;, a qual Hansi nem foi ao microfone, tamanha a intensidade da cantoria dos fãs, e &lt;em&gt;Mirror Mirror&lt;/em&gt;, cujo refrão quase pôs o Opinião abaixo.&lt;br /&gt;A se destacar o desempenho como sempre perfeito de André Olbrich na guitarra e o ótimo novo baterista Fredrik Ehmke. Mais uma vez, o Blind Guardian deixa seus fãs porto-alegrenses satisfeitos, apesar de alguns clássicos terem faltado. Mas, para quem tocou até &lt;em&gt;Banish from Sanctuary &lt;/em&gt;da outra vez, o crédito é total.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-8947313975401187394?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/8947313975401187394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=8947313975401187394&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/8947313975401187394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/8947313975401187394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/03/blind-guardian-o-retorno-aps-cinco-anos.html' title='Blind Guardian: o retorno, após cinco anos'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-1011542129608011684</id><published>2007-01-23T22:20:00.000-04:00</published><updated>2008-12-13T01:23:26.630-04:00</updated><title type='text'>Dezperadoz - The Legend and The Truth</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RbbFP_lTSJI/AAAAAAAAAA0/dDZabI4b-BA/s1600-h/200102.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5023419312934963346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" height="217" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RbbFP_lTSJI/AAAAAAAAAA0/dDZabI4b-BA/s320/200102.jpg" width="241" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Muitos apreciadores do Heavy Metal mais “à moda antiga” podem se queixar da falta de potencial e originalidade da maioria das bandas da atualidade, mas não poderão negar que existem, sim, conjuntos da atualidade com grande qualidade e capazes de nos brindar com trabalhos interessantes e originais. Esse Dezperadoz, por exemplo, aposta numa fórmula incomum – misturar Heavy Metal com temas relacionados ao faroeste norte-americano – e consegue atingir excelentes resultados, tendo gerado dessa maneira um dos melhores álbuns do ano que passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto é comandado por Alex Kraft, que durante algum tempo teve Tom Angelripper (Sodom) como seu ‘parceiro de crime’ e, nesse “The Legend and The Truth” contou com participações de gente como Michael Weikath (Helloween), Dennis Ward (Pink Cream 69), Joacim Cans (Hammerfall), Doro Pesch e Tobias Sammett (Edguy). Nesse segundo disco, o Dezperadoz (que se chamava Desperados no primeiro CD, “The Dawn of Dying”, mas foi forçado a mudar por questões legais) resolve contar a história de Wyatt Earp, e o resultado é não menos do que maravilhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De cara, a faixa-título abre o CD com um tema instrumental típico dos filmes Western, mas enriquecido com um molho totalmente Metal - como se Ennio Morricone tivesse resolvido compor suas trilhas sonoras com guitarras elétricas e bateria pesada. Depois da intro, a poderosa “Dust of History”, na qual a voz de Alex se destaca cantando uma melodia vocal das mais inspiradas. O instrumental é empolgante, e as composições são de extremo bom gosto, mesmo quando investem na experimentação total – como em “Hellbilly Square”, que além do título genial (trocadilho com “hillbilly”, uma expressão em inglês próxima de “caipira”) flerta descaradamente com o lado mais dançante do country americano. Acreditem, ficou excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros momentos empolgantes do CD estão em “OK Corral” (cenário de um dos tiroteios mais lendários do Velho Oeste, descrito aqui com uma musicalidade fantástica), “Earp’s Vendetta” e “Shootout”, outro tema instrumental de grande inspiração. A balada “Dead Man Walking” é igualmente empolgante, daquelas que comoveria até nosso notório crítico de baladas Vicente Fonseca, e o cover de “Rawhide” (tema tradicional norte-americano que virou tema de seriado western nos anos 60) é daqueles que se ouve umas 15 vezes no ‘repeat’ sem cansar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, “The Legend And The Truth” é um disco para quem não tem medo de experimentar novidades dentro do Metal, e especialmente para quem sabe que ainda hoje tem muita coisa boa surgindo aí que merece nossa atenção. Talvez você estranhe no início, mas seja paciente e com certeza será recompensado da melhor maneira. Grande, grande banda – vale mesmo conferir. &lt;strong&gt;Nota 8,4&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FICHA TÉCNICA:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dezperadoz – The Legend And The Truth&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lançamento:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Alex Kraft&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; AFM / Rock Brigade Recs.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 15&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo:&lt;/strong&gt; 50’40’’&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; Alex Kraft (V, G), Dennis Ward (G), Alex Weigand (B), Sascha Tilger (D).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-1011542129608011684?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/1011542129608011684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=1011542129608011684&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1011542129608011684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/1011542129608011684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/01/dezperadoz-legend-and-truth.html' title='Dezperadoz - The Legend and The Truth'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Zl3OSBzBYM0/RbbFP_lTSJI/AAAAAAAAAA0/dDZabI4b-BA/s72-c/200102.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-116920776772589312</id><published>2007-01-19T07:09:00.000-04:00</published><updated>2007-01-19T10:49:44.386-04:00</updated><title type='text'>Iron Maiden - Powerslave</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.inandout.at/images/product/ironmaiden_powerslave.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.inandout.at/images/product/ironmaiden_powerslave.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando alguém me pergunta o que é "auge" ou "perfeição" eu simplesmente respondo: &lt;em&gt;Powerslave&lt;/em&gt;! Tudo nessa obra-prima - que computo como a maior da história do Heavy Metal - chega à excelência. O Iron Maiden vivia seu auge como banda: Dickinson arrebentava nos vocais, Harris fazia linhas de baixo cada vez mais presentes e criativas, Smith e Murray eram cada vez empolgantes em seu duetos e duelos de guitarra. Isso sem falar nas composições em si, fora a capa, uma das mais sensacionais da história do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Powerslave&lt;/em&gt; não chega a ser um álbum temático, mas relembra o Egito em vários de seus riffs nas suas mais diversas composições, não apenas na faixa-título. A música de abertura, &lt;em&gt;Aces High&lt;/em&gt;, é simplesmente a melhor da carreira do Iron Maiden (sei que é uma opinião muito pessoal, mas está entre as melhores da banda para qualquer fã). Depois de um começo cadenciado, Adrian Smith e Dave Murray explodem em riffs velozes, fazendo um dueto contagiante, arrepiante e que, pode se dizer, preconizou o metal melódico - gênero que se consagraria meia década depois com o Helloween. As guitarras, na hora dos versos, acompanham o vocal de Dickinson, tornando tudo ainda mais empolgante. Fora o refrão, que imortalizou a música como um verdadeiro hino do estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de &lt;em&gt;Aces High&lt;/em&gt;, este álbum possui mais duas músicas de pura velocidade e energia: &lt;em&gt;Flash of the Blade&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Back in the Village&lt;/em&gt;, que possuem as mesmas características e não são menos fantásticas. Se a faixa de abertura é obra pessoal de Steve Harris, as outras duas mostram o crescimento de Bruce como compositor. &lt;em&gt;Back in the Village e 2 Minutes to Midnight &lt;/em&gt;são duas composições dele ao lado de Adrian Smith, numa parceria que se tornou emblemática na história do Iron Maiden, por ter rendido vários clássicos inesquecíveis da Donzela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2 Minutes to Midnight&lt;/em&gt;, aliás, é outra obra-prima, uma perfeição. Destaque especial para Steve Harris, que até hoje não sei de onde tira tanta criatividade. O riff de abertura também é inconfundível, e não é necessário dizer o show que Bruce Dickinson nos proporciona interpretando este clássico. &lt;em&gt;The Duellists&lt;/em&gt; é uma música que alterna momentos de velocidade e cadência, com solos longos e perfeitos. Já &lt;em&gt;Losfer Words (Big'Orra)&lt;/em&gt; é uma instrumental, a última que o Iron Maiden fez em sua carreira. Trata-se de uma música absoultamente empolgante, com direito a tudo, menos Bruce Dickison, é claro. São 4 minutos e 13 segundos de pura inspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, quando já não podemos acreditar que mais alguma coisa fantástica pode vir, ela vem. &lt;em&gt;Powerslave&lt;/em&gt;, faixa-título, com seus riffs meio egípcios, levada cadenciada, clima sombrio e agressividade. Quem não se arrepia com esta aqui, com o que se arrepia, meu Deus? E o que dizer do &lt;em&gt;gran finale&lt;/em&gt;, com a épica &lt;em&gt;Rime of the Ancient Mariner&lt;/em&gt;, de 13 minutos e 38 segundos que mais parecem 30 segundos, pois nem notamos o tempo passar? Mais uma jóia de Steve Harris, que fala das aventuras e maldições que um marinheiro teve de enfrentar em alto-mar. Essa é daquelas de sair assoviando a melodia logo após ouvir o álbum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num dia desses, ouvindo este álbum, percebi que absolutamente todos os 50 minutos e 35 segundos de &lt;em&gt;Powerslave&lt;/em&gt; são perfeitos. Depois de lançar dois bons álbuns de estréia, a chegada de Bruce Dickinson fez o Iron Maiden conhecido do mundo, com &lt;em&gt;The Number of the Beast. &lt;/em&gt;Aí, veio &lt;em&gt;Piece of Mind&lt;/em&gt;, o álbum da maturidade. E &lt;em&gt;Powerslave&lt;/em&gt;, lançamento subseqüente, foi a colocação definitiva da Donzela de Ferro na galeria dos imortais do Metal. Amigos leitores, o que falei nesta resenha foi a mais absoluta verdade e não fui nem um pouco complacente com esta avaliação. É apenas o que penso, juro que não estou exagerando, nem rasgando seda gratuitamente. Por que não dei nota 10? Porque uma das oito músicas levou um 9. Qual é essa música? Não confesso nem sob tortura! &lt;strong&gt;Nota 9,9&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;FICHA TÉCNICA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Powerslave - Iron Maiden&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lançamento: &lt;/strong&gt;1984&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção: &lt;/strong&gt;Martin Birch&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gravadora: &lt;/strong&gt;EMI&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas: &lt;/strong&gt;08&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;50'35''&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação: &lt;/strong&gt;Bruce Dickinson (V), Adrian Smith (G), David Murray (G), Steve Harris (B), Nicko McBrain (D)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-116920776772589312?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/116920776772589312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=116920776772589312&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/116920776772589312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/116920776772589312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/01/iron-maiden-powerslave.html' title='Iron Maiden - Powerslave'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-116916972198768303</id><published>2007-01-18T21:17:00.000-04:00</published><updated>2007-01-18T21:23:04.326-04:00</updated><title type='text'>Metallica - Master of Puppets</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3858/3931/1600/8071/200px-Metallica-MasterOfPuppets.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="174" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3858/3931/320/523882/200px-Metallica-MasterOfPuppets.jpg" width="172" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tudo começa com alguns violões tocando um arranjo pouco usual mas bastante sonoro, calcado em notas graves e dissonantes. Quando você está começando a se acostumar a ele, surge um duelo de guitarras, forte e melodioso; quando você começa a entrar no clima, mais um corte abrupto e surge um riff pesadíssimo, com palhetadas rápidas e furiosas. É assim, levando o ouvinte de arrasto em uma verdadeira montanha russa do Metal, que começa o terceiro e clássico álbum do Metallica, o soberbo “Master of Puppets”. Fiéis à fórmula do Thrash Metal vigoroso que os consagrou, eles no entanto ousaram ir um pouco além – e o resultado é intenso, contagiante e, não raro, primoroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um momento especial na carreira do grupo: acumulando sucessos, com dois LPs de excelentes vendagens e já então entre os grandes nomes do Heavy Metal mundial, o Metallica tinha a responsabilidade de confirmar seu status e de gravar um disco que de alguma forma transcendesse os dois que o antecederam. E assim foi feito. Produzido em conjunto com Fleming Rasmussen e gravado no estúdio de King Diamond na Dinamarca, “Master of Puppets” é um álbum denso, que cria uma atmosfera que envolve o ouvinte e meio que o isola do mundo ao redor, em um efeito que poucos discos são capazes de criar – ainda mais sendo tão pesados e agressivos como esse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que ele é pesado, meus amigos. “Battery” abre os trabalhos como um bom disco de Metal deve fazer: derrubando tudo, sem deixar pedra sobre pedra. E logo depois manda a faixa-título, simplesmente um dos maiores hinos da história do Heavy Metal. São oito minutos e meio de pura musicalidade, com alguns dos riffs mais perfeitos da história da música (o da ponte “come crawling faster” é quase inacreditável de tão poderoso que é) e uma energia descomunal. Ouvir essa obra-prima e não se empolgar é comprovar empiricamente a falta de Heavy Metal no sangue, e tenho dito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São inúmeros os momentos brilhantes do disco, que mesmo não sendo absurdamente surpreendes para os fãs acabavam causando impacto pelo brilhantismo de composição e execução. Por exemplo, já era tradição no Metallica ter uma instrumental nos seus álbuns (só em 1991, com o “Black Album”, que a regra foi quebrada), mas “Orion” contagia pela perfeição dos arranjos e pelo sensacional trabalho de baixo – Cliff Burton, geralmente mais contido nas gravações e absolutamente insano ao vivo, resolveu se “exibir” um pouco e enche nossos ouvidos com solos e evoluções de altíssima técnica e qualidade musical. Já tínhamos tido uma balada no álbum anterior, “Fade to Black” – mas a ‘balada’ da vez, “Welcome Home (Sanitarium)”, consegue ser tocante e empolgante ao mesmo tempo, além de evidenciar os talentos de Kirk Hammett para quem quer que, inexplicavelmente, ainda duvidasse deles. E músicas velozes e agressivas nunca faltaram no repertório de Hetfield, Ulrich e cia. – mas o que dizer de “Damage, Inc.”, uma música violentíssima, mais até do que a maioria dos clássicos do primeiro e sempre lembrado “Kill ‘em All”, que encerra o disco sem a menor piedade dos pescoços alheios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Master of Puppets” é um dos grandes álbuns dos anos 80 – e, consequentemente, do Heavy Metal como um todo. Não há como ser isento e imparcial resenhando um trabalho desse quilate, onde é virtualmente impossível achar defeitos. Por isso, caro(a) leitor(a), nada de baixar mp3 ou copiar CDR desse aqui: fã de Metal que se dá o respeito tem que ir na loja e botar seu suado dinheirinho em um exemplar dessa pérola. E daí que, depois, Cliff Burton morreu tragicamente, o Metallica virou banda das multidões e acabou embarcando numa canoa furada de experimentalismos, se tornando uma pálida caricatura dos seus tempos de glória? Temos esse CD, e esse CD nos basta. Agora com licença, que eu vou dar o ‘repeat’ ali no aparelho de som. &lt;strong&gt;Nota 9,0.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FICHA TÉCNICA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Master of Puppets – Metallica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lançamento:&lt;/strong&gt; 1986&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Fleming Rasmussen e Metallica&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; Elektra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 08&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo:&lt;/strong&gt; 54'45''&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; James Hetfield (V,G), Kirk Hammett (G), Cliff Burton (B), Lars Ulrich (D)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-116916972198768303?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/116916972198768303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=116916972198768303&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/116916972198768303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/116916972198768303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/01/metallica-master-of-puppets.html' title='Metallica - Master of Puppets'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-116907224973583472</id><published>2007-01-17T22:52:00.000-04:00</published><updated>2007-01-19T07:06:54.776-04:00</updated><title type='text'>Metallica - Metallica</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.apex.net.au/~bill/assets/metallica.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.apex.net.au/~bill/assets/metallica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Também conhecido como &lt;em&gt;Black Album&lt;/em&gt;, por força de sua capa quase inteiramente preta, este foi o disco que popularizou o Metallica de vez, mesmo que a banda já fizesse sucesso anteriormente. Depois de três álbuns com a produção de Flemming Rasmussen, a banda decidiu que era hora de trocar de nome após a péssima de mixagem de seu último disco, &lt;em&gt;...And Justice For All&lt;/em&gt;. Bob Rock chegou e resolveu tornar o Metallica mais “acessível”, ainda que a qualidade e o peso das composições seja uma marca presente aqui. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;em&gt;Metallica&lt;/em&gt;, vários dos grandes clássicos da banda são encontrados. É um disco de altos e baixos, com mais altos do que baixos. &lt;em&gt;Enter Sandman&lt;/em&gt;, música de abertura, fala de pesadelos, com uma letra bem menos política que em músicas anteriores da banda. Mesmo assim, o riff de abertura é inconfudível e os vocais de James Hetfield (cada vez mais poderosos) são agressivos e chegam no seu auge de qualidade. É a melhor música do álbum, e uma das melhores da carreira do Metallica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sad But True&lt;/em&gt; é outra que virou videoclip (são cinco no total deste CD). Tem um groove mais denso e pesado, com guitarras afinadas em tom mais baixo e Hetfield dando novo show de agressividade nos vocais. Outro clássico! &lt;em&gt;Don’t Tread on Me&lt;/em&gt; é outra música que segue neste estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há baladas, e eu sou crítico de baladas. Mas as baladas do &lt;em&gt;Black Album&lt;/em&gt; estão degraus acima da média deste tipo de composição. &lt;em&gt;The Unforgiven&lt;/em&gt; tem momentos de peso e melancolia, além de um solo fantástico de Kirk Hammett. &lt;em&gt;Nothing Else Matters&lt;/em&gt; é outro clássico absoluto, uma música que vai ficando progressivamente agressiva. Duas baladas que não são chatas ou entediantes. Seguem a tradição de &lt;em&gt;Fade to Black&lt;/em&gt;, do álbum &lt;em&gt;Ride the Lightning&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As outras músicas são todas semelhantes, aliando peso e velocidade. Algumas são mais fracas, como &lt;em&gt;Of Wolf and Man&lt;/em&gt; e&lt;em&gt; Holier than Thou. Wherever I May Roam&lt;/em&gt; é ótima e &lt;em&gt;The Struggle Within&lt;/em&gt; tem seus bons momentos. My &lt;em&gt;Friend of Misery&lt;/em&gt; começa com uma introdução no baixo de Newsted. Como é bom ouvir o baixo num álbum do Metallica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, um álbum de altos e baixos, de um Metallica renovado. Em termos de composições, não é tão bom quanto &lt;em&gt;Ride the Lightning&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Master of Puppets&lt;/em&gt;, mas é melhor que &lt;em&gt;...And Justice For All&lt;/em&gt;. Em termos de produção, é o melhor de todos. Acima de tudo, é um disco de grandes clássicos e não há sequer um headbanger que não o tenha ouvido. Nota &lt;strong&gt;7,8&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;FICHA TÉCNICA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metallica – Metallica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lançamento:&lt;/strong&gt; 1991&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Bob Rock, James Hetfield e Lars Ulrich&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gravadora:&lt;/strong&gt; Elektra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt; 12&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo:&lt;/strong&gt; 62’16’’&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação:&lt;/strong&gt; James Hetfield (V/G), Kirk Hammett (G), Jason Newsted (B), Lars Ulrich (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-116907224973583472?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/116907224973583472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=116907224973583472&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/116907224973583472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/116907224973583472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/01/metallica-metallica.html' title='Metallica - Metallica'/><author><name>Vicente Fonseca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14608218503445937546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_aUTFMZNQkwM/SnjmBZ1m21I/AAAAAAAABi8/euMJmoToMG0/S220/Cabina+de+seguran%C3%A7a.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38611913.post-116906065398584669</id><published>2007-01-17T14:38:00.000-04:00</published><updated>2007-01-17T15:08:56.856-04:00</updated><title type='text'>Um típico post inicial</title><content type='html'>Eu e o Vicente nos conhecemos na Faculdade de Comunicação da UFRGS, lá pelos idos de 2003. De início, nos conhecíamos, mas não tínhamos muito contato; foi depois, quando me atrasei no ordenamento e passei a dividir algumas cadeiras com ele, que fomos de fato ficando amigos e, aos poucos, descobrindo várias afinidades. De fato, ambos somos praticantes de esportes sedentários (de início, somente a sinuca, mas depois também o nobilíssimo truco gaudério), torcemos apaixondamente pelo Imortal Tricolor dos Pampas e, da mesma forma, compartilhamos o gosto pelo Heavy Metal. Esses pontos de ligação nos levaram, entre outras coisas, à fundação da Cofatruco (se quer saber o que é, vai no link ao lado) e, agora, a esse blog que nasce hoje, sobre o nome &lt;em&gt;Ace Of Spades&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem simples, na verdade, e tenho certeza que vocês vão entender. O &lt;em&gt;Ace Of Spades&lt;/em&gt; vai apresentar, sempre que humanamente possível, resenhas de discos que eu e meu chapa Fonseca tenhamos ouvido, sempre dentro do Heavy Metal e de suas vertentes. Vamos comentar nossas impressões sobre eles e atribuir uma nota geral, numa escala de 1 a 10, baseada na avaliação subjetiva de cada uma das faixas. Ou seja, o mesmo que você lê por aí nas revistas e sites de Metal, com a diferença de que seremos eu e o Fonseca fazendo os comentários. Nada muito pretensioso: apenas dois fãs de metal dando seus palpites sobre o que ouvem dentro do seu estilo musical favorito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título é uma alusão dupla: tanto ao clássico álbum e música do Motörhead quanto à paixão comum que eu e o Fonseca temos pelo baralho espanhol e pelo Truco Gaudério. Infelizmente, tivemos que fazer uma pequena improvisação no endereço da página (caso não tenha reparado, substituímos o 'o' de 'of' por um 0, um zero enfm), mas não se preocupe: basta decorar esse detalhe e você poderá voltar sempre que quiser. Se quiser, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que podemos garantir a vocês? Bem, que vamos de fato ouvir os discos (ao contrário do que, aparentemente, é conduta de alguns críticos musicais por aí), que vamos ler com atenção as opiniões contrárias às nossas e que vamos nos divertir um bocado enquanto fizermos isso por aqui. A idéia é manter uma periodicidade, mas vá saber. De qualquer modo, muito obrigado pela visita, e esperamos que você se divirta - e, quem sabe, que se sinta animado a passar mais vezes por aqui. Aproveite a viagem, de qualquer modo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38611913-116906065398584669?l=ace0fspades.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ace0fspades.blogspot.com/feeds/116906065398584669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38611913&amp;postID=116906065398584669&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/116906065398584669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38611913/posts/default/116906065398584669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ace0fspades.blogspot.com/2007/01/um-tpico-post-inicial.html' title='Um típico post inicial'/><author><name>Natusch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813861164823244467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
